Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Cotidiano
publicidade
COTIDIANO

Ministério envia diretrizes para que Aeroporto de Guarulhos instale sistema anti-drones

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) vai implantar um sistema de detecção, monitoramento, mitigação e neutralização de drones. O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, encaminhou nesta sexta-feira, 11, à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), diretrizes para o início do processo de aquisição e implantação da estrutura.

A diretriz estabelece que a aquisição, implantação e operação do sistema fiquem a cargo da concessionária do aeroporto, seguindo requisitos técnicos e de segurança definidos pelos órgãos competentes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O Ministério dos Portos e Aeroportos destaca que a presença de drones em áreas próximas aos aeroportos, além de oferecer risco para pouso e decolagem de aeronaves, acaba interferindo nas operações e reduzindo a eficiência do aeroporto.

Segundo a pasta, Guarulhos foi escolhido para iniciar a implantação "por sua relevância para a malha aérea nacional e pelo histórico de ocorrências envolvendo drones nas proximidades do aeroporto".

"Estamos dando um passo importante para ampliar a segurança das operações e dar uma resposta mais efetiva ao problema dos drones próximos aos aeroportos. A experiência de Guarulhos também vai nos permitir avaliar, a partir de critérios técnicos, a necessidade de levar esse modelo a outros aeroportos do País", afirmou o ministro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A implantação será feita de forma articulada entre Anac, Polícia Federal, Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), Receita Federal e Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), respeitando as atribuições de cada órgão.

A concessionária que administra o aeroporto ficará responsável pela aquisição e operação das capacidades de detecção, monitoramento, mitigação e neutralização, além da primeira resposta e da comunicação às autoridades. O Decea participará da definição das áreas de proteção e dos procedimentos para suspensão e retomada das operações aéreas. Os equipamentos utilizados deverão ser homologados pela Anatel.

Outros aeroportos

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Anac também deverá fazer uma avaliação de risco e de custo-benefício da implantação em Guarulhos, ouvindo a Polícia Federal e o Decea. A experiência servirá de base para avaliar a necessidade de levar o sistema a outros aeroportos do País.

Para uma eventual ampliação, deverão ser considerados critérios como movimentação de aeronaves e passageiros, importância do aeroporto para a malha aérea nacional, histórico de ocorrências com drones e características do entorno. Se a agência concluir pela necessidade de estender a medida, deverá estabelecer regras gerais para definir em quais aeroportos o sistema será exigido.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV