Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Cotidiano
publicidade
DECISÃO

Justiça de SP torna réus quatro investigados por morte de jovem em salto de rope jump

Mareia Eduarda Rodrigues, de 21 anos, foi lançada da plataforma, a cerca de 40 metros de altura, sem estar conectada ao sistema de segurança

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Justiça de SP torna réus quatro investigados por morte de jovem em salto de rope jump
Autor Maria Eduarda Rodrigues, de 21 anos - Foto: Reprodução/Redes Sociais

A Justiça de São Paulo aceitou a denúncia do Ministério Público e tornou réus os quatro investigados pela morte de Maria Eduarda Rodrigues, de 21 anos, que caiu durante um salto de rope jump em junho deste ano, em Limeira, no interior paulista. A decisão, publicada nesta segunda-feira (13), marca o início da ação penal contra os envolvidos, que terão o prazo de dez dias para apresentar defesa por escrito.

LEIA MAIS: "Assalto de brincadeira" deixa um morto e outro ferido após policial flagrar ação e atirar

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Na mesma deliberação, o juiz determinou a conversão da prisão temporária em prisão preventiva da única ré que ainda estava em liberdade. Os outros três denunciados já se encontravam detidos sob o mesmo regime. A manutenção das prisões foi justificada pela gravidade do caso, pelos indícios de tentativa de ocultação de provas e pelo risco de interferência na instrução criminal. Segundo o magistrado, o grupo promovia uma atividade comercial de alto risco sem os protocolos mínimos de segurança, lançando a vítima de uma estrutura de dezenas de metros de altura sem que a corda de proteção estivesse fixada.

O juiz também acatou os argumentos da promotoria de que a equipe já tinha ciência de uma falha operacional semelhante no passado, mas não adotou medidas para evitar novas tragédias. Além da negligência com os equipamentos, a Justiça destacou a suposta tentativa de eliminação de evidências. De acordo com o Ministério Público, logo após a queda da jovem, integrantes da equipe teriam procurado a câmera GoPro que ela utilizava durante o salto com o intuito de apagar as imagens gravadas. O equipamento ainda não foi localizado pelas autoridades.

Diante das pendências investigativas, foi determinado que a Polícia Científica conclua os laudos periciais, incluindo o exame necroscópico definitivo, e dê continuidade às buscas pela câmera desaparecida. Paralelamente, o inquérito em relação a outras quatro pessoas que chegaram a ser investigadas por homicídio e fraude processual foi arquivado, sem prejuízo de reabertura caso surjam novas provas materiais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Relembre o caso

O acidente que vitimou Maria Eduarda ocorreu no dia 13 de junho, durante uma atividade na chamada Ponte do Esqueleto, localizada na divisa entre Limeira e Cordeirópolis. A jovem foi lançada da plataforma, a cerca de 40 metros de altura, sem estar conectada ao sistema de segurança. Vídeos gravados no local mostram que as pessoas presentes só perceberam a falha após o arremesso, o que gerou pânico imediato. As apurações policiais indicaram que integrantes da equipe foram diretamente responsáveis pelo salto sem a devida checagem, sendo indiciados por homicídio com dolo eventual, modalidade jurídica em que se entende que os envolvidos assumiram o risco de provocar a morte.

As informações são da Itatiaia.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV