Homem desenterra corpo da irmã e leva ossada para sacar dinheiro em banco; entenda
Testemunhas relataram reações de tristeza e revolta diante da situação, com críticas à postura da instituição financeira
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Um caso inusitado e comovente chamou a atenção de moradores de Keonjhar na última segunda-feira (27). Um homem identificado como Jitu Munda entrou em uma agência bancária carregando os restos mortais da própria irmã, em uma tentativa de comprovar o falecimento e acessar valores deixados por ela.
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O episódio ocorreu após o gerente do Odisha Gramin Bank, na Índia, negar o saque de 19.300 rúpias (cerca de R$ 1,2 mil) da conta de Kakra Munda, que havia morrido dois meses antes. Segundo o banco, a liberação do valor dependia da presença da titular ou da apresentação de documentos legais que comprovassem a sucessão, exigências que o homem não conseguiu atender.
Morador da vila de Dianali e único familiar vivo da irmã, Jitu relatou dificuldades para reunir a documentação necessária, considerando a sua origem tribal e sem instrução. Sem compreender plenamente os trâmites burocráticos e enfrentando limitações de instrução, ele decidiu tomar uma medida extrema.
De acordo com relatos locais, o homem foi até o local onde o corpo havia sido cremado, recolheu os restos mortais, envolveu-os em um pano e percorreu cerca de três quilômetros até a agência bancária, sob forte calor.
A cena causou tristeza e indignação entre moradores e clientes que estavam no local. Testemunhas relataram reações de comoção e revolta diante da situação, com críticas à postura da instituição financeira e questionamentos sobre a rigidez dos procedimentos adotados.
“É tão difícil assim para um homem pobre conseguir o próprio dinheiro?”, confrontaram as testemunhas.
A polícia foi acionada para controlar a situação e prestar apoio. Após acalmar o homem, os agentes informaram que o caso será tratado de forma humanitária e que medidas devem ser adotadas para garantir o acesso ao valor sem a necessidade de novas situações semelhantes. Também foi solicitada uma posição oficial da gerência do banco sobre o ocorrido.
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