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Governo de São Paulo confirma segunda morte por intoxicação com metanol

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A Secretaria de Saúde de São Paulo confirmou neste sábado, 4, a segunda morte por intoxicação com metanol. A vítima é um homem de 46 anos.

A primeira morte confirmada foi a de um homem de 54 anos, no dia 15 de setembro. Os dois casos foram registrados na capital.

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Há outras sete mortes suspeitas, em São Paulo, São Bernardo do Campo e Cajuru, ainda em investigação, segundo o último balanço do governo, divulgado neste sábado.

O metanol - também conhecido como álcool metílico - é um biocombustível usado como solvente na fabricação de tintas e vernizes e em processos de refinamento. Não tem cheiro nem gosto específico. É altamente tóxico se for ingerido.

O metanol é usado como matéria-prima para combustíveis e é impróprio para consumo humano, mas estaria sendo utilizado na falsificação de bebidas alcoólicas. Em forma pura, ele tem gosto levemente adocicado e alcoólico, parecido com o etanol, e não tem odor forte característico. Em destilados com 30% ou 40% de teor alcoólico, não é perceptível no sabor.

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Os primeiros sintomas após a ingestão são parecidos com os sinais de embriaguez, como fala pastosa e reflexos diminuídos. Após a metabolização, a substância também causa náuseas e vômitos, além de efeitos no sistema nervoso central que vão desde sonolência até a perda da visão.

Ao todo, o número de casos suspeitos no Estado chega a 148. Já foram confirmadas 14 intoxicações, incluindo as duas vítimas fatais.

A confirmação dos casos ajuda o governo a reconstituir o mapa das bebidas "batizadas". Uma das principais linhas de investigação é a de que o metanol pode ter sido usado na limpeza das garrafas.

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Até o momento, onze bares e restaurantes foram interditados em São Paulo, Osasco, Barueri e São Bernardo do Campo. Seis distribuidoras tiveram as inscrições estaduais suspensas.

Um homem apontado pela Polícia Civil como um dos principais fornecedores de materiais para a produção de destilados adulterados foi preso em flagrante na sexta, 3, na região da Brasilândia, zona norte da capital. O celular dele foi apreendido e será periciado, o que pode levar a novas pistas sobre o esquema de adulteração de bebidas. O número de prisões relacionados ao surto de intoxicações por metanol chega a 41.

O último balanço do Governo de São Paulo sobre as intoxicações por metanol:

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2 mortes confirmadas na capital paulista;

12 intoxicações confirmadas;

148 casos suspeitos, 7 deles fatais;

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41 prisões (19 delas nesta semana);

11 estabelecimentos interditados na capital (Bela Vista, Itaim Bibi, Jardins e Mooca, MBoi Mirim, Cidade Dutra) e na Grande São Paulo (Osasco, Barueri e São Bernardo do Campo);

6,9 mil garrafas apreendidas.

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O Ministério da Saúde anunciou neste sábado a compra emergencial de fomepizol, um antídoto para a intoxicação por metanol. Segundo o ministro Alexandre Padilha, há 127 casos de intoxicação, entre suspeitos e confirmados, no Brasil inteiro.

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