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Gestão Tarcísio responde sobre piora da segurança e diz que rankings não superam dados

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O governo de São Paulo rebateu nesta quarta-feira, 6, o estudo Ranking de Competitividade dos Estados 2026 - Eleições, do Centro de Liderança Pública (CLP), que aponta piora do Estado nos indicadores de segurança pública em 2025. Após permanecer na terceira posição nos dois primeiros anos da gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos), em 2023 e 2024, São Paulo caiu para o nono lugar no levantamento no ano passado.

A plataforma lançada nesta quarta-feira, 6, e enviada com exclusividade ao Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, reúne indicadores de segurança pública nos Estados. O levantamento compara o desempenho entre 2023 e 2025 e aponta Santa Catarina na liderança nacional, com destaque para o avanço do Rio Grande do Norte no Nordeste.

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De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), houve redução da criminalidade no mesmo período e "desconhece" a metodologia do instituto. O governo diz que sete dos 12 indicadores monitorados atingiram os menores níveis dos últimos 25 anos no ano passado.

"São Paulo é o estado mais populoso e economicamente dinâmico do país, com desafios proporcionais à sua dimensão. Ainda assim, apresenta reduções históricas nos principais crimes e mantém investimentos contínuos em estrutura, equipamentos e pessoal. A análise isolada de rankings não pode se sobrepor aos dados concretos e auditáveis que demonstram a efetividade das políticas públicas implementadas", afirmou por meio de nota.

Segundo o governo paulista, houve queda de 3,1% nos casos de homicídio doloso, de 22,2% nos latrocínios e de 16,7% nos roubos em geral, além de reduções expressivas nos roubos de veículos (-21%) e de carga (-26,2%), em comparação ao ano anterior. A gestão também ressalta que o número de infratores presos e apreendidos cresceu 8,7% no ano passado e a sua atuação contra o crime organizado.

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Entre os critérios analisados pelo CLP, estão atuação do sistema de Justiça Criminal, déficit de vagas no sistema prisional, proporção de presos sem condenação, mortes a esclarecer, qualidade das informações sobre criminalidade, segurança patrimonial, segurança pessoal e violência sexual. O estudo também considera dados sobre morbidade hospitalar por acidentes de trânsito e mortalidade no trânsito.

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