Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
DISTRITO FEDERAL

Família vítima de chacina de PM é sepultada sem velório

Corpos do sargento da PMDF e de sua família foram sepultados na manhã deste domingo (13) no cemitério de Planaltina

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Família vítima de chacina de PM é sepultada sem velório
Autor Foto: REPRODUÇÃO/RECORDTV

A família de Planaltina (DF) que morreu após uma chacina dentro de casa foi enterrada neste domingo (13). O caso aconteceu na última quinta-feira, quando bombeiros foram chamados para uma ocorrência de incêndio e encontraram os corpos do sargento da Polícia Militar Nilson Cosme Batista dos Santos, de dois filhos e da esposa do homem, carbonizados e com marcas de tiros.

O enterro começou por volta das 9h, quando chegaram os carros funerários levando os corpos dos quatro: o sargento, de 48 anos, a mulher, Maria de Lourdes Furtado, 50, e os filhos, Lucas Furtado, 16, e Isaac Furtado, 21. Com caixões lacrados, não houve velório.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Uma cerimônia religiosa debaixo de chuva marcou a despedida. Familiares e amigos das vítimas não quiseram comentar o caso, que chocou a região onde as vítimas moravam. Após o crime, vizinhos relataram à Record TV uma convivência discreta dos quatro na comunidade, discrepante com a violência do crime.

Conhecidos citam que a família era conhecida apenas pelo trabalho e pelos estudos. O filho mais velho, Isaac, foi aprovado no PAS (Programa de Avaliação Seriada) da UnB (Universidade de Brasília), em 2019, para cursar engenharia química.

A Polícia Civil trabalha com a hipótese de que o PM tenha matado filhos e esposa e cometido suicídio. Um dia antes do crime, a mulher chegou a procurar ajuda da SBES/Caps (Subseção de Bem-Estar Social do Centro de Assistência Psicológica e Social), dizendo que o marido estava muito abalado pelo falecimento do pai.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O pessoal falou assim: 'A senhora acha que é caso de internação a situação?'. Ela falou assim: 'Não, não é caso, mas eu queria que ele passasse por um tratamento'. 'Então a gente vai proceder dessa forma, sim, a gente vai fazer uma visita, a gente vai conversar com a senhora e vai conversar com ele.' Foi isso que foi dito, né? Só que no outro dia ocorreu toda essa fatalidade", revelou à Record TV o coronel Edvã Sousa, chefe do Centro de Comunicação Social da PMDF.

Com informações: R7

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV