Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
COTIDIANO

Falta de policiais e servidores põe em xeque prazo e eficiência de fiscalização de CACs pela PF

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O governo federal considera adiar a transferência para a Polícia Federal (PF), prevista para janeiro, da atividade de fiscalização dos Caçadores, Atiradores e Colecionadores (CACs), hoje a cargo do Exército. A pouco mais de seis meses para que a transição seja consolidada, ainda não há deliberação sobre o reforço no quadro de servidores e de policiais que a PF solicitou para assumir a atribuição.

A polícia pediu 1.170 servidores administrativos, além de 1.002 policiais (222 delegados, 195 psicólogos e 585 agentes) e 700 terceirizados, como revelou o Estadão. Seriam necessários dois concursos públicos, um para os servidores e outro para policiais - ambos paralelos ao Concurso Nacional Unificado (CNU), o Enem dos Concursos, adiado em virtude da tragédia climática no Rio Grande do Sul.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O Exército usa cerca de 2 mil militares para atividades de fiscalização de CACs e demais produtores controlados. O efetivo total da Polícia Federal é de cerca de 14 mil pessoas.

O Ministério da Gestão e Inovação informou à reportagem que ainda "avalia o pedido de autorização do Ministério da Justiça e Segurança Pública para abertura de concurso". Em nota, a pasta destacou ainda que autorizou, em 2023, o "provimento excepcional de 201 vagas do Concurso de 2021, convocando os nomeados nos cargos de delegado (30), agente (90) e escrivão".

A contratação dos servidores administrativos e a admissão dos funcionários terceirizados são consideradas básicas para que a PF possa, ainda que em ritmo reduzido, iniciar o trabalho de fiscalização. Contudo, o prazo é considerado exíguo para realização do concurso e do treinamento dos servidores antes de janeiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A contratação dos terceirizados também depende de um aporte financeiro para que a PF proceda a novas licitações ou aditivos contratuais, procedimentos que demandam meses corridos. Com relação ao concurso para policiais, a avaliação interna é a de que eles só estariam disponíveis no final do ano que vem, mesmo se a autorização para o processo seletivo saísse hoje.

Com os entraves orçamentários e de pessoal, o cenário de adiamento da transferência da fiscalização passou a ser considerado em setores do governo. No Congresso, parlamentares que militam na área de segurança pública também avaliam que será necessário mais prazo.

A transferência foi determinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em decreto publicado em julho de 2023. A medida foi baseada no entendimento do novo governo de que o Exército falhou ao prestar o serviço e no de que a PF seria mais eficiente. No Exército, a determinação primeiro causou incômodo por representar uma perda de atribuição e de poder. Recentemente, a avaliação é de que os militares estarão livres de um "problema".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV