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Explosão no Jaguaré: número de imóveis interditados pela Defesa Civil sobe para 27

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O número de imóveis interditados emergencialmente pela Defesa Civil por conta de danos causados pela explosão em uma obra da Sabesp no Jaguaré, zona oeste de São Paulo, subiu de 20 para 27. Duas pessoas morreram em decorrência da explosão.

Até esta quinta-feira, 14, 112 moradias haviam sido vistoriadas pelas equipes. Na quarta-feira, 13, segundo boletim da Defesa Civil, de 105 imóveis vistoriados, 85 tiveram danos leves, 15 apresentaram danos estruturais mais severos e outras cinco casas precisarão ser demolidas por falta de condições de segurança.

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Conforme o Governo de São Paulo, as equipes de fiscalização estão fazendo nesta quinta uma reavaliação nas 27 moradias interditadas. O objetivo é levantar informações detalhadas sobre os danos causados.

"Chegamos em uma fase em que passamos para o refinamento das vistorias nas residências interditadas, já que em um caso como esse é comum algumas rachaduras aumentarem de tamanho. O início das reformas já começou e temos de dar celeridade para que possamos devolver a plena normalidade a toda a comunidade", disse o tenente Maxwel Souza, porta-voz da Defesa Civil de São Paulo.

A vistoria nas casas incluiu uma classificação de cores para as moradias, conforme as condições de cada uma:

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- Verde: famílias podem retornar;

- Amarelo: podem retirar os pertences com cuidados;

- Laranja: podem retirar com acompanhamento;

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- Vermelho: totalmente interditado.

Além das vistorias, outra prioridade definida pela Gerência de Apoio ao Jaguaré, grupo criado pelo Governo estadual que começou a atuar nesta quinta-feira, é a substituição e conserto de telhados e janelas nas casas atingidas, diante da previsão de chuva para os próximos dias.

O acidente aconteceu em uma comunidade localizada em uma área perto da rua Doutor Benedito de Moraes Leme e da rua Piraúba, atrás do Condomínio Morada do Parque.

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Em nota conjunta, Sabesp e Comgás, que atuavam no local no momento da explosão, informaram que o acidente ocorreu durante um serviço de remanejamento de tubulação de água, quando uma rede de gás teria sido atingida. As circunstâncias do caso seguem sob investigação da perícia técnica.

O governo também confirmou nesta quinta-feira a segunda morte causada pela explosão. Francisco Altino, de 62 anos, estava internado em estado grave no Hospital Regional de Osasco desde o dia do acidente.

A primeira vítima fatal morreu no dia da explosão. O homem, cuja identidade não foi divulgada, foi encontrado pelo Corpo de Bombeiros sob os escombros. Uma pessoa permanece internada no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

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