Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Cotidiano
publicidade
GOIÂNIA

Empresária morre após cirurgias plásticas e família denuncia médico por negligência

Andreia Vieira Gaspar, de 51 anos, sofreu trombose e infarto pulmonar; familiares afirmam que exames pré-operatórios apontavam infecção ativa

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Empresária morre após cirurgias plásticas e família denuncia médico por negligência
Autor Empresária Andreia Vieira Gaspar morreu após cirurgia plástica - Foto: reprodução

A empresária Andreia Vieira Gaspar, de 51 anos, morreu no dia 12 de agosto após ser submetida a uma série de cirurgias plásticas no rosto, em um hospital de Goiânia. A família da vítima, que morava na Espanha há cinco anos e viajou ao Brasil exclusivamente para a realização dos procedimentos estéticos, denunciou o caso por negligência médica ao Ministério Público de Goiás. O órgão já encaminhou ofício à Polícia Civil solicitando a abertura de um inquérito policial para investigar a possível prática de homicídio culposo.

- LEIA MAIS: Jornalista morre esfaqueado em briga com duas mulheres; o que já se sabe

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Segundo os familiares, Andreia desembolsou cerca de R$ 118 mil para realizar seis intervenções faciais com um otorrinolaringologista. A operação durou mais de oito horas e englobou o reposicionamento de tecidos, músculos e queixo, além da alteração da linha do cabelo, retirada de excesso de pele e gordura, e aplicação de células-tronco do próprio corpo. A irmã da empresária, Djiane Vieira, relatou que logo após a transferência para o quarto notou que a paciente apresentava inchaço anormal na língua e incapacidade de fechar a boca. O quadro se agravou horas depois e, apesar das tentativas de reanimação, o óbito foi atestado. O laudo da equipe médica indicou trombose aguda e infarto pulmonar como causas da morte.

A família alega que houve diversas falhas e omissões no atendimento. Eles denunciam que o médico autorizou a intervenção cirúrgica sem ao menos realizar uma consulta presencial prévia, baseando-se apenas em orientações por telefone e exames feitos na Espanha, os quais já indicavam um processo infeccioso ativo por bactéria. Além disso, os parentes afirmam que o Hospital Ankar não dispunha de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ou de uma ambulância de prontidão, contrariando o que teria sido prometido pela equipe responsável.

Em resposta ao caso, o médico divulgou nota lamentando o falecimento e prestando solidariedade aos familiares. Ele justificou que não comentará dados clínicos em respeito ao sigilo médico, mas garantiu total colaboração com as autoridades competentes na apuração dos fatos. A defesa do Hospital Ankar também expressou pesar pela morte, destacando que a paciente recebeu atendimento de emergência imediato e que a avaliação pré-operatória ocorreu externamente. A unidade reforçou que todos os registros estão documentados em prontuário. O Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) informou que apura as denúncias em total sigilo e que solicitará esclarecimentos ao responsável técnico pela clínica, enquanto a Polícia Civil ainda não se manifestou oficialmente sobre o andamento das investigações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV