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Elize Matsunaga é indiciada por uso de documento falso; entenda

Em liberdade condicional desde maio do ano passado, ela teria usado a falsificação para conseguir um emprego

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Elize Matsunaga é indiciada por uso de documento falso; entenda
Autor Elize Matsunaga foi condenada a 19 anos e 11 meses de prisão - Foto: Reprodução

Condenada por matar e esquartejar o marido, Elize Matsunaga foi indiciada pela Polícia Civil (PC) por uso de documento falso em Sorocaba, no interior de São Paulo. Segundo investigação, ela teria usado o documento falsificado para conseguir um emprego.

Elize foi condenada a 16 anos de prisão após matar o empresário Marcos Kitano Matsunaga, em 2012. Em maio do ano passado, ela teve a liberdade condicional concedida pela Justiça.

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Guilherme Derrite, secretário da Segurança Pública de São Paulo, confirmou no seu perfil do Twitter que um inquérito para apurar a falsificação está aberto. “A Polícia Civil identificou que Elize Matsunaga usava documento falso em Sorocaba. Infelizmente, a reincidência criminal é uma das realidades com as quais nossas polícias se deparam. Ela havia sido solta na progressão de pena, que se demonstra um entrave para segurança pública”, escreveu.

A partir de uma denúncia anônima feita à SSP, a polícia identificou que Elize teria usado o documento falso para conseguir o emprego em uma empresa de Sorocaba, que exigia o atestado negativo para antecedentes criminais. A irregularidade foi comprovada após exames periciais.

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Elize Matsunaga foi detida nesta segunda-feira (27), em Franca, e levada para a delegacia de Sorocaba para prestar depoimento. A mulher negou que havia falsificado o documento e, em seguida, foi liberada.

Por supostamente violar as regras do regime aberto, a Justiça pode avaliar o retorno à prisão, segundo informou Derrite. “A comunicação formal foi feita ao Juízo das Execuções Penais, a quem cabe a decisão”, afirmou o secretário.

O advogado de Elize foi procurado pela reportagem do Metrópoles e negou a falsificação. “Nem teria qualquer motivo para tanto, já que seu processo não transitou em julgado e ela poderia ter a certidão de antecedentes sem apontamentos”, afirmou Luciano Santoro.

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Fonte: Informações Metrópoles.

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