Dono de safári que dizia preferir morrer a atirar em um animal morre pisoteado por elefante
Gary Freeman, que atuava no setor há 33 anos, foi atacado repentinamente na província de Limpopo
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O guia experiente e proprietário de um parque de safári Gary Freeman, de 65 anos, morreu após ser pisoteado por um elefante na Reserva Natural Privada de Klaserie, na província de Limpopo, na África do Sul. O ataque ocorreu no dia 9 de abril, enquanto a vítima acompanhava um grupo de turistas. O caso ganhou repercussão internacional nos últimos dias devido ao histórico do idoso, que atuava no setor há 33 anos e era conhecido por seu profundo respeito à vida selvagem, a ponto de afirmar que preferia morrer a ter que atirar em um desses animais.
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Segundo relatos de testemunhas que estavam no passeio, o elefante avançou contra o grupo de forma repentina. Freeman tentou conter a situação para proteger os visitantes, mas não houve tempo hábil para reação e ele acabou sendo derrubado. Os próprios turistas prestaram os primeiros socorros no local e o colocaram em um veículo em uma tentativa de buscar atendimento médico de urgência. Apesar dos esforços, o idoso não resistiu à gravidade dos ferimentos.
A polícia da província de Limpopo instaurou um inquérito para apurar as circunstâncias exatas do incidente. Simultaneamente, especialistas em comportamento animal foram acionados pela reserva para avaliar o elefante envolvido no ataque e determinar se há algum risco contínuo para os demais frequentadores do local.
Freeman era uma figura muito respeitada na comunidade de safáris. A frequentadora do parque Judy Connors ressaltou o laço especial do guia com a espécie, lembrando sua promessa de nunca ferir os animais. Segundo ela, a recusa em usar violência contra os elefantes, mesmo em situações extremas, era a maior prova de sua paixão pela natureza.
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