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Cometa 3I/Atlas é fotografado por sonda da China que estuda Marte

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A Administração Espacial Nacional da China (CNSA) anunciou na quinta-feira, 6, que uma de suas sondas conseguiu fotografar o cometa 3I/Atlas no dia 3 de outubro. A sonda Tianwen-1 observou o objeto interestelar com uma câmera de alta resolução a aproximadamente 30 milhões de quilômetros de distância. Os pesquisadores da CNSA criaram uma animação a partir de uma série de imagens capturadas ao longo de 30 segundos para demonstrar o movimento do cometa pelo espaço. Os dados recebidos serão utilizados para estudos científicos adicionais sobre o 3I/Atlas.

Projetada originalmente para fotografar a superfície de Marte, a Tianwen-1 foi lançada em julho de 2020. Em setembro deste ano, os pesquisadores começaram a prepará-la para observar o cometa, uma tarefa considerada um grande desafio devido à distância e à alta velocidade de ambos os corpos: enquanto o 3I/Atlas se desloca a aproximadamente 58 km/s, a Tianwen-1 viaja a cerca de 86 km/s.

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O cometa foi flagrado pela primeira vez em 1º de julho deste ano, por meio do telescópio Asteroid Terrestrial-impact Last Alert System (Atlas), financiado pela Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço dos Estados Unidos (Nasa) e localizado em Rio Hurtado, no Chile. O 3I/Atlas é apenas o terceiro objeto interestelar - como são chamados os corpos celestes que se formam em outro sistema estrelar e entram no Sistema Solar - já detectado.

Segundo a Nasa, o 3I/Atlas não representa nenhuma ameaça para a Terra e permanecerá distante. Com base em sua trajetória, astrônomos da Agência Espacial Europeia (ESA) suspeitam que ele seja o cometa mais antigo já observado e tenha 3 bilhões de anos a mais que o Sistema Solar - que já tem 4,6 bilhões de anos. Antes do 3I/Atlas, apenas outros dois objetos interestelares haviam sido identificados: o 1I/Oumuamua, em 2017, e o 2I/Borisov, em 2019.

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