Ciclone e chuva intensa colocam Santa Catarina em alerta entre domingo
A partir do fim da manhã, a instabilidade ganha força com a formação de um ciclone extratropical entre o Litoral do Paraná e a região Sudeste.
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Santa Catarina volta a enfrentar um período de forte instabilidade entre este domingo (23) e a segunda-feira (24). A Defesa Civil do Estado alerta para chuva persistente, risco de temporais isolados e possibilidade de acumulados elevados em várias regiões.
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Ao longo deste domingo, o tempo permanece fechado desde o Centro até o Leste do estado, com chuva contínua e mais volumosa no Litoral. Durante a tarde, o cenário se torna mais crítico no Grande Oeste, Planalto Norte e Litoral Norte, onde podem ocorrer pancadas de chuva com descargas elétricas e rajadas de vento. Esses temporais isolados são provocados pela atuação de sistemas de baixa pressão em diferentes níveis da atmosfera.
Neste primeiro momento, o risco para ocorrências como destelhamentos, danos na rede elétrica, queda de árvores e alagamentos é considerado baixo a moderado.
Segunda-feira (24) deve ser ainda mais intensa
A segunda-feira começa com chuva entre os planaltos e o Litoral, resultado dos ventos úmidos que sopram do mar para o continente. A partir do fim da manhã, a instabilidade ganha força com a formação de um ciclone extratropical entre o Litoral do Paraná e a região Sudeste.
Esse sistema deve intensificar os acumulados de chuva, elevando o risco para moderado a alto. A Defesa Civil alerta para possibilidade de alagamentos, enxurradas e deslizamentos em áreas suscetíveis. Já nas regiões marcadas em verde no mapa do órgão, a chuva será mais irregular, com pancadas rápidas e baixo risco de danos.
Orientações da Defesa Civil
Para reduzir riscos durante a passagem do sistema, a Defesa Civil recomenda:
Buscar abrigo em local seguro durante temporais, longe de janelas e objetos que possam ser arremessados pelo vento;
Evitar ficar próximo de árvores, placas, postes, muros ou estruturas que possam cair em caso de rajadas fortes;
Nunca atravessar ruas alagadas ou pontes submersas, pois a força da água pode ser maior do que aparenta.
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