Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
COTIDIANO

Caso Henry Borel: 'Prazer em infligir dor em crianças', diz psiquiatra sobre Jairinho

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O psiquiatra Rafael Bernardon, uma das testemunhas de acusação no júri sobre a morte do menino Henry Borel, de 4 anos, afirmou nesta quarta-feira, 27, que o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, apresenta um padrão de "infligir dor em crianças".

Após mais de dez horas de sessão nesta terça-feira, 26, e apenas duas testemunhas ouvidas, o julgamento de Jairinho e Monique Medeiros, entrou no terceiro dia de depoimentos no 2º Tribunal do Júri da Capital, no Rio de Janeiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Há um padrão de abuso infantil por parte do réu, um padrão de prazer em infligir dor em crianças", disse o psiquiatra.

Bernardon reforçou a tese apresentada em um parecer anexado ao processo de que Jairinho tem um perfil "egocêntrico, narcisista e sádico" e que o ex-parlamentar sentia prazer nos atos de violência praticados contra as ex-companheiras e seus filhos.

"Embora seja uma análise subjetiva minha, eu tive essa percepção e interpretação", afirmou durante questionamentos feitos do Ministério Público.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O ex-vereador chegou a interromper a fala do psiquiatra para dizer que a declaração representava uma interpretação de Bernardon.

Já a defesa de Jairinho pretende usar um parecer técnico psiquiátrico para rebater a avaliação de Bernardon. Os advogados contrataram uma perícia independente do psiquiatra Hewdy Lobo, conhecido por atuar nos casos de Suzane von Richtofen e Flordelis.

Além de Bernardon, devem ser ouvidos nesta quarta o perito Luís Carlos Leal Prestes e a médica do Barra DOr Maria Cristina de Souza Azevedo. No segundo dia, apenas duas testemunhas prestaram depoimentos: os delegados Edson Henrique Damasceno e Ana Carolina Medeiros, responsáveis pela investigação da morte de Henry.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Durante a sessão, a juíza Elizabeth Machado Louro advertiu a defesa de Jairinho por estender a oitiva das testemunhas e afirmou que, se mantido o ritmo do processo, o julgamento poderia durar um mês.

"Parece que estou em universo paralelo, uma hora dessas e vocês discutindo máxima importância?", criticou a juíza.

Ao todo, 27 testemunhas de acusação e defesa serão ouvidas. A expectativa é de que o julgamento dure de cinco a sete dias no 2º Tribunal do Júri da Capital, no Fórum Central do Rio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV