Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Cotidiano
publicidade
COTIDIANO

Capitã da PM que chegou morta ao hospital tinha 'lesão muito contundente' no rosto, diz polícia

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Alerta: o texto abaixo aborda temas sensíveis como violência contra a mulher, violência doméstica e estupro. Se você se identifica ou conhece alguém que está passando por esse tipo de problema, ligue 180 e denuncie.

O porta-voz da Polícia Civil de Minas Gerais, delegado Saulo Castro, afirmou nesta terça-feira, 21, que a capitã Michele Leão Azevedo apresentava uma "lesão muito contundente" no rosto quando chegou sem vida ao Hospital Odilon Behrens, em Belo Horizonte, na noite de segunda-feira, 20.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Durante entrevista coletiva no Departamento Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Castro disse ainda que o sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, marido de Michele, foi preso em flagrante por suspeita de feminicídio.

"Há pluralidade de lesões no corpo da vítima. Há uma lesão aparente muito contundente na face da vítima. Isso foi constatado de modo que fica muito clara a gravidade daquele ferimento", disse o delegado.

Em nota, o advogado Gustavo Nepomuceno, que representa o sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, destacou que é essencial evitar julgamentos precipitados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Neste momento, é imprescindível que se aguarde a conclusão das investigações e dos laudos periciais, evitando-se qualquer julgamento precipitado. O caso ainda está em fase inicial de apuração, e todas as circunstâncias serão devidamente esclarecidas pelas autoridades competentes", afirma.

De acordo com a Polícia Civil, Michele já estava morta havia entre quatro e seis horas antes de dar entrada na unidade de saúde. Segundo o porta-voz da Polícia Civil, o casal mantinha uma relação conturbada.

"Há também a descrição de atos de violência psicológica e de violência moral do autor em relação à vítima, trazendo esse contexto de violência doméstica e familiar", disse o delegado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV