Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Cotidiano
publicidade
SENTENÇA

Brasileira é condenada à prisão perpétua na Itália por planejar a morte do marido

Inicialmente tratado como acidente com fuga, o caso revelou uma emboscada planejada em reuniões articuladas pela própria viúva

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Brasileira é condenada à prisão perpétua na Itália por planejar a morte do marido
Autor A mulher premeditou a morte do marido para ficar com a herança - Foto: Reprodução/ Redes Sociais

A brasileira Adilma Pereira Carneiro, de 51 anos, foi condenada à prisão perpétua pelo Tribunal de Justiça de Busto Arsizio, na Itália, sob a acusação de orquestrar a morte de seu marido, o italiano Fabio Ravasio. O crime ocorreu em agosto de 2024, no município de Parabiago, próximo a Milão, quando a vítima foi atingida por um veículo enquanto pedalava em uma ciclovia. Embora o caso tenha sido tratado inicialmente como um atropelamento seguido de fuga, as investigações revelaram um homicídio premeditado pelo grupo com o objetivo de obter a herança de Ravasio, avaliada em 3 milhões de euros.

-LEIA MAIS: Duas idosas são atacadas e enterradas por ursos durante coleta de cogumelos na Sibéria

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

As conclusões do processo apontam que Adilma atuou como a mentora intelectual da emboscada, dividindo tarefas específicas entre sete cúmplices que foram julgados e também condenados pela participação no crime. As reuniões para o planejamento do assassinato aconteciam no bar onde trabalhava o ex-companheiro da brasileira, Massimo Ferretti, condenado a 24 anos de prisão. Em depoimentos prestados à Justiça, co-réus no processo, incluindo o próprio filho da brasileira, confirmaram o papel de liderança desempenhado por ela na organização do plano.

Além de Adilma, outros dois envolvidos receberam a pena de prisão perpétua: Marcello Trifone, que estava no passageiro do automóvel atropelador, e Fabio Lavezzo, responsável por sinalizar o momento exato em que a vítima passaria pelo local. O filho de Adilma, Igor Benedito, que dirigia o carro no momento da colisão, foi condenado a 23 anos de reclusão. As penas aplicadas aos demais integrantes do grupo variam de 14 a 22 anos de prisão, divididas entre aqueles que ajudaram no bloqueio da via para facilitar o atropelamento, na coordenação da comunicação do grupo e na manutenção do veículo após o impacto.

A sentença de primeira instância foi proferida no dia 15 de julho, mas os detalhes foram divulgados pela imprensa italiana nesta sexta-feira (4). O advogado de defesa da brasileira, Mattia Fontanesi, afirmou que recorrerá da decisão assim que os motivos da sentença forem formalmente publicados. Segundo o defensor, Adilma alegou surpresa com o veredito e continua sustentando sua inocência no caso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV