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Atualiza: Vazamento de gás é registrado em obra da Sabesp na zona leste de SP

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O texto enviado anteriormente foi atualizado com os posicionamentos da Sabesp e da Comgás. Segue:

Um vazamento de gás ocorreu em uma obra da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) em Itaquera, zona leste de São Paulo, na tarde desta quinta-feira, 14.

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A empresa perfurou um encanamento da Companhia de Gás de São Paulo (Comgás) na Rua Senador Amaral Furlan, no bairro Parada XV de Novembro.

A Sabesp afirmou, em nota enviada ao Estadão, que acionou a Comgás assim que as equipes identificaram o vazamento de gás e que, por volta das 15h30, o reparo na tubulação já havia sido concluído.

Segundo a empresa, a obra ocorria "com compartilhamento prévio de informações técnicas entre as concessionárias antes do início da escavação".

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A Sabesp disse ainda que decidiu paralisar, por 15 dias, todas as obras em vias públicas com interferência direta nas redes do sistema público de gás. "A medida amplia o escopo da suspensão anteriormente adotada, que estava restrita às intervenções realizadas por método não destrutivo", disse.

"A decisão tem caráter preventivo e busca reforçar a segurança operacional, permitindo a revisão dos procedimentos técnicos, protocolos de atuação e fluxos operacionais aplicados nas obras executadas pela companhia, além da elaboração de medidas adicionais de controle e mitigação de riscos", acrescentou.

A empresa informou que comunicará caso seja necessário prorrogar o prazo inicialmente estabelecido ou definir novas diretrizes operacionais.

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Já a Comgás afirmou, também em nota enviada ao Estadão, que foi acionada para o endereço às 13h38 devido a um dano na rede de gás encanado.

Segundo a concessionária, a equipe chegou ao local às 14h e eliminou o vazamento. "Após uma avaliação técnica, foi constatado que não havia risco aos moradores", disse.

A Comgás acrescentou ainda que fornece previamente informações e dados técnicos para a execução de obras sob responsabilidade de terceiros e que realiza o acompanhamento in loco sempre que solicitado.

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O episódio ocorreu apenas três dias após o vazamento de gás seguido por uma explosão em uma obra da Sabesp no Jaguaré, zona oeste da capital paulista. Duas pessoas morreram, e uma permanece internada em estado grave.

De acordo com o último boletim divulgado pelo governo de São Paulo, até o fim da tarde de quinta-feira, 112 casas haviam sido vistoriadas. Dessas, 27 foram interditadas, enquanto 85 foram liberadas para o retorno dos moradores.

A Defesa Civil de São Paulo já iniciou a demolição de cinco imóveis que foram definitivamente interditados, após solicitação de equipes da Polícia Técnico-Científica, que precisam escavar a área em busca de evidências para a perícia que apura as causas do acidente.U

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