Atendente do IML é preso por fazer Pix com celular de homem morto
Funcionário é investigado pela Corregedoria da Polícia Civil

Um atendente de necrotério do Instituto Médico Legal (IML) de Santos, no litoral de São Paulo, foi preso nessa segunda-feira (08) por suspeita de usar o celular de um morto para fazer um Pix para si mesmo, no valor de R$ 7 mil.
O funcionário de 36 anos é investigado pela Corregedoria da Polícia Civil por suposta prática de peculato, furto, fraude eletrônica e destruição de vestígios probatórios.
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“Segundo os elementos reunidos até o momento, o investigado teria utilizado indevidamente o aparelho celular de uma pessoa falecida para realizar uma transferência bancária e, posteriormente, danificado o equipamento”, informou a Secretaria da Segurança Pública (SSP).
A investigação começou quando a viúva do homem morto registrou um boletim de ocorrência no 3º Distrito Policial de Santos, em 24 de maio. O marido dela havia sido encontrado na Avenida Mário Covas, na semana anterior, e o corpo dele foi encaminhado para o IML, segundo o registro policial.
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Ao realizar procedimentos para encerrar a conta bancária dele, a mulher constatou uma transferência via Pix, no valor de R$ 7 mil, para uma conta em nome do servidor do IML, depois que a morte do homem já havia sido registrada. Ela ainda relatou que o celular do marido estava danificado e com as últimas mensagens apagadas.
A corregedoria cumpriu o mandado de prisão preventiva contra o atendente. “A instituição reforça que não compactua com desvios de conduta e também adotará as medidas administrativas e disciplinares cabíveis”, afirmou a SSP, em nota.
Informações do Metrópoles
