Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
COTIDIANO

Governo dará atendimento emergencial a povos e comunidades tradicionais

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Governo dará atendimento emergencial a povos e comunidades tradicionais
Autor (Agência Estadual) - Foto: Reprodução

A Superintendência Geral de Diálogo e Interação Social (Sudis), braço do Governo do Estado de atenção aos povos e comunidades tradicionais, montou nesta semana uma força-tarefa para levantar as principais necessidades das famílias de pescadores, ilhéus, ciganos, indígenas, quilombolas, cipozeiros, benzedeiras, ribeirinhos, faxinalenses e população de matriz africana. 

A medida leva em conta a luta contra o novo coronavírus (Covid-19), as restrições sociais impostas pela pandemia e as particularidades de cada grupo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A primeira diretriz é o mapeamento das principais necessidades das famílias. As lideranças têm até sábado (28) para requisitar atendimento emergencial em três linhas: cestas básicas, kits de higiene e kits de medicamentos. Enquanto isso, a Sudis articula com a Secretaria da Saúde e demais órgãos de Estado a logística da entrega desses materiais.

PARTICULARIDADE - O levantamento leva em conta que povos e comunidades tradicionais dependem do comércio autônomo e artesanal e que também estão localizados em lugares de difícil acesso. “Uma das principais orientações do Governo do Estado e da Organização Mundial da Saúde (OMS) é pela permanência das pessoas nas suas casas e isolamento social. Nesse contexto, temos que considerar aqueles povos que têm suas particularidades”, afirma Mauro Rockenbach, superintendente de Diálogo e Interação Social. “Requisitamos uma avaliação emergencial das próprias lideranças para agir em prol daqueles que mais precisam”.

ABASTECIMENTO - Outra frente, segundo Rockenbach, é a de orientação e de reforçar com os povos e comunidades tradicionais o compromisso de que não há risco de desabastecimento. Equipes da Sudis estão em contato com a Fundação Nacional do Índio (Funai) e o Conselho Estadual dos Povos Indígenas, o Conselho da Igualdade Racial do Estado do Paraná, além de associações de moradores para solicitar cuidados com os grupos de risco, com higiene pessoal e dos ambientes, e uso preventivo de álcool em gel e álcool 70%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Estamos pedindo calma e dialogando constantemente com essas comunidades para afirmar que não há risco de faltar comida, medicamento ou qualquer mantimento. O Governo do Estado vem adotando inúmeras medidas dentro de um pacote social de proteção daqueles que mais serão atingidos pelos reflexos econômicos da crise”, complementou o superintendente.

ATENÇÃO - Segundo Denilton Laurindo, presidente Grupo de Trabalho dos Povos e Comunidades Tradicionais do Estado, essa atuação conjunta ajudará milhares de famílias paranaenses nos próximos meses. “Com base nos decretos do Governo do Estado, desenvolvemos uma força-tarefa para ajudar todos aqueles que precisam nesse momento. É um olhar social fundamental para essas comunidades diante da crise”, acrescentou. “Também já estamos preparando as ações da próxima fase. Vamos apoiar essas famílias, que estão espalhadas por todo o Estado, nas áreas urbana e rural”.

O Paraná tem 38 comunidades quilombolas certificadas pela Fundação Cultural Palmares, mas outros estudos da Sudis demonstram que são, pelo menos, 80 comunidades, o que representa mais de 21 mil famílias. As comunidades tradicionais envolvem entre 500 mil e 1 milhão de pessoas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

PACOTE SOCIAL – Essas ações da Sudis estão dentro do pacote social de atenção do Governo do Estado contra a Covid-19. Os investimentos serão de pelo menos R$ 400 milhões. Entre as medidas estão auxílio financeiro para 300 mil famílias de baixa renda por cinco meses, novos limites de consumo nos programas sociais da Copel e da Sanepar, adiamento das parcelas dos programas de habitação da Cohapar e reforço na compra de insumos da agricultura familiar.

SUDIS – A Superintendência Geral de Diálogo e Interação Social foi criada em 2019 e serve como ponte entre o Governo do Estado e demandas da sociedade em torno de temas importantes, como regularização fundiária, habitação, interlocução com movimentos sociais e minorias, como povos indígenas, ciganos e quilombolas.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV