Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
COTIDIANO

Argentina registra primeiro caso de coronavírus

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Argentina registra primeiro caso de coronavírus
Autor (Foto:Fernando Frazão/Agência Brasil) - Foto: Reprodução

Na América Latina, mesmo com a maioria dos países sem casos confirmados do novo coronavírus (Covid-19) até o momento, diversas autoridades já reconhecem que a chegada da doença é uma questão de tempo. Nesta terça-feira (3), a Argentina confirmou o primeiro caso da doença.

Equador, México, Brasil e República Dominicana são os outros países afetados da região, com seis, cinco, dois e um caso, respectivamente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Ainda hoje é esperada uma coletiva de imprensa na Argentina, onde o ministro da Saúde, Ginés González García, se pronunciará sobre o assunto. O homem infectado tem entre 40 anos e 45 anos e fez recentemente um voo com escala na Itália, país que já tem mais de 2 mil infectados. Os protocolos de atenção já foram aplicados e o homem está isolado em um quarto da Clínica Suiço Argentina, em Buenos Aires.

Bolívia

Na Bolívia, o ministro da Saúde, Aníbal Cruz, afirmou no Twitter que o país não fechará as suas fronteiras. "Estaríamos impulsionando o fluxo migratório ilegal, seria um prejuízo e não poderíamos identificar casos suspeitos". Ele disse ainda que o país está preparado para detectar, isolar e tratar o coronavírus. "Até o momento, descartamos dois casos suspeitos, graças ao plano de resposta intersetorial que implementamos".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A presidente interina do país, Jeanine Áñez, anunciou a aprovação de um decreto que permite aos governos locais a compra direta de medicamentos, insumos, equipamentos e serviços de consultoria para fazer frente à epidemia do coronavírus. "Pedimos tranquilidade à população, que se informem pelos canais oficiais, não minimizamos a situação, mas estamos assumindo as ações de prevenção do coronavírus com a maior responsabilidade", disse.

Chile

Como medida de controle sanitário, o Chile determinou que, desde ontem (2), todos os passageiros que cheguem ao país façam uma declaração jurada sobre seu histórico de viagem dos últimos 30 dias e seu estado de saúde.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A subsecretária de Saúde Pública, Paula Daza, disse ontem (2) que "a chegada do Covid-19 ao país é iminente”. Ela disse ainda que o Chile vem se preparando para essa situação, tomando medidas de vigilância, fortalecendo hospitais e as redes de diagnóstico.

Ainda de acordo com a subsecretária, os casos sob vigilância “são de pessoas que chegaram de lugares com alta circulação do vírus, que não apresentam sintomas e são saudáveis. Mas eles foram recomendados a ficar em suas casas por 14 dias. Até o momento, tivemos cerca de 500 pessoas em acompanhamento, das quais cerca de 200 já completaram o período de quarentena e foram liberados a retomar suas vidas normais”.

Outros países

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na Colômbia, o governo aumentou o risco de contaminação de moderado a alto, embora não haja nenhum caso confirmado. Guatemala, Uruguai, Paraguai, Venezuela e El Salvador também não registraram casos.

Em Honduras, o governo destinou mais de 110 milhões de lempiras (cerca de R$ 20 milhões) para enfrentar o coronavírus e afirmou que o Laboratório Nacional de Virologia está abastecido e conta com pessoal qualificado para lidar com a doença. O país já descartou dois casos suspeitos.

No Panamá, a ministra de Saúde, Rosario Turner, informou que há 850 pessoas em observação epidemiológica. O ministério comunicou que estão observando não apenas pessoas que chegaram da China, mas também da Itália e da Coreia do Sul.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No Peru, o governo disse que o vírus provavelmente já está no país. O infectologista do Instituto Nacional de Saúde do Ministério da Saúde peruano Manuel Espinoza, disse que o controle de portos, aeroportos e fronteiras terrestres só permite detectar 10% dos infectados. Portanto, 90% dos viajantes infectados vão entrar, possivelmente”, disse.

"Tudo é possível. As pessoas devem entender que, se houver um novo microorganismo, haverá muitos expostos. Não há doenças, mas pessoas doentes. Um grande grupo será infectado e não ficará doente, mas não sabemos quantos; enquanto outro grupo importante ficará doente e acontecerá como um resfriado leve e nunca irá a uma clínica ou hospital", disse o médico.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV