Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
COTIDIANO

Fipe eleva projeção para IPC de 2019, de 3,41% para 4,19%, com alta das carnes

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Fipe eleva projeção para IPC de 2019, de 3,41% para 4,19%, com alta das carnes
Autor (Divulgação) - Foto: Reprodução

A aceleração dos preços das carnes bovinas, que subiram 12,47% em novembro e puxaram o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) do mês para 0,68%, deve continuar a pressionar o indicador nas próximas divulgações. Após os dados do mês, o coordenador do IPC, Guilherme Moreira, revisou a projeção para a inflação na capital paulista em 2019, de 3,41% para 4,19%.É a maior projeção da Fipe para a inflação do ano registrada em 2019. 

Antes, o pico das expectativas foi em maio, quando a instituição previa o IPC em 4,10% no fechamento do ano.O resultado do IPC-Fipe de novembro surpreendeu para cima e ficou acima do teto das expectativas de 10 instituições do mercado financeiro ouvidas pelo Projeções Broadcast - no levantamento, o intervalo ia de 0,48% a 0,62%, com mediana de 0,57%.Moreira classifica o avanço de preços das proteínas no mês como "surpreendentes", ressaltando que, na ponta, as carnes bovinas já mostram variação de preços em torno de 20%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Realmente, é uma coisa que não estávamos habituados a ver", diz o economista. A expectativa é de que as proteínas continuem pressionando o IPC em dezembro, fazendo com que a taxa do mês fique em 0,74%, segundo a projeção da Fipe. Mesmo assim, Moreira diz que espera enxergar uma desaceleração na variação das proteínas entre a segunda e a terceira quadrissemanas do próximo mês, mostrando algum alívio na pressão inflacionária. "Os preços não vão continuar subindo indefinidamente. Não é possível que isso se prolongue. Esperamos ver uma diminuição nesta contribuição, mas a dúvida é se as proteínas vão se acomodar em um patamar alto ou vão passar a ceder em algum momento", afirma.

No acumulado do ano, as carnes bovinas acumulam variação de 14,5% no IPC, a maior da cadeia de proteínas. Mesmo assim, também têm variações expressivas a carne suína (16%) e as aves (11,88%).

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV