Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
COTIDIANO

Ações integradas reduzem em 58% o trabalho infantil no Paraná

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Ações integradas reduzem em 58% o trabalho infantil no Paraná
Autor Ações integradas reduzem em 58% o trabalho infantil no Paraná - Foto: Reprodução

O Paraná reduziu em 58% o número de crianças e adolescentes, de 5 a 14 anos, exercendo alguma atividade remunerada, enquanto no Brasil a redução foi de 43,5%. O resultado foi levantado na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD/IBGE), considerando o período de 2011 a 2015. Na próxima terça-feira (12), o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, mobilizações e ações devem ser promovidas em todo o país.

A secretária da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa, afirma que o bom resultado é fruto de ações integradas entre secretarias estaduais, prefeituras e entidades sociais, desenvolvidas pelo Governo do Estado desde 2011.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

“São diversas iniciativas para o desenvolvimento social e econômico dos municípios, que fomentam a geração de emprego e renda e trazem melhores condições de vida para a população. Tudo isso, aliado aos constantes investimentos na rede de proteção de crianças e adolescentes”, diz a secretária.

Para o superintendente da Política de Garantias de Direitos da secretaria, Leandro Meller, é fundamental que os investimentos em ações preventivas e protetivas sejam contínuos. “É um trabalho incessante para sensibilizar a sociedade e as famílias em que a violência é cometida. É um ciclo por vezes cultural, que prejudica o desenvolvimento saudável da criança e do adolescente, impedindo-os de estudar e brincar”, explica Meller.

ESTRATÉGIA – No Paraná, as ações de combate ao trabalho infantil envolvem a integração de diversas políticas públicas. Esse trabalho é coordenado pela Secretaria da Família e Desenvolvimento Social, responsável pela política estadual da criança e do adolescente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desde 2011, a secretaria aplicou R$ 170 milhões do Fundo Estadual para a Infância e Adolescência (FIA) na proteção de crianças e adolescentes em todo o Estado. Os recursos foram usados no atendimento de criança e adolescentes em programas de aprendizagem, enfrentamento à violência, erradicação do trabalho infantil, saúde, proteção e bem-estar daqueles em situação de vulnerabilidade social.

Entre os investimentos também está a estruturação dos 424 Conselhos Tutelares do Estado, com a compra de equipamentos, veículos e capacitação contínua dos conselheiros. Também está prevista a construção de 31 novas sedes, em 30 municípios do Estado.

“Os conselheiros tutelares são essenciais para guardar e fazer cumprir o estatuto. São também importante meio de se chegar às crianças e adolescentes que têm seus direitos violados e encaminhá-los à rede de proteção”, diz Meller.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

CAMPANHAS – As campanhas são estratégias importantes usadas pela Secretaria da Família para sensibilizar a população a respeito das violações de direitos de crianças e adolescentes e, também, incentivar as denúncias. Desde 2011, foram promovidas 24 campanhas com esta finalidade, sempre em parceria com o Conselho Estadual dos Direitos da Criança (Cedca).

Entre as peças que trataram do trabalho infantil estão Defenda o Adolescente, sobre violência física e o trabalho na adolescência; No bloco da Alegria, trabalho infantil não tem vez, para combater a exploração do trabalho infantil no Carnaval; e O Menino da Porteira, voltado ao combate ao trabalho infantil no campo.

DENÚNCIAS – Para denunciar casos de trabalho infantil e outras violações de direitos de crianças e adolescentes, basta ligar para o número 181, Disque Denúncia do Paraná. A ligação é gratuita e pode ser feita anonimamente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Também é possível entrar em contato com o Conselho Tutelar e com outros órgãos de proteção, como os Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e os conselhos municipais ou estadual dos direitos da criança e do adolescente.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV