Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Coronavírus

publicidade
CORONAVÍRUS

Covid-19: queda nas exportações e importações da China diminui

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Covid-19: queda nas exportações e importações da China diminui
Autor Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil - Foto: Reprodução

A queda nas exportações e importações da China perdeu força em março conforme as fábricas retomaram a produção, mas os embarques devem encolher com força nos próximos meses já que a crise do coronavírus fecha muitas economias e freia uma recuperação no curto prazo.

Os mercados financeiros respiraram aliviados depois que dados da alfândega mostraram nesta terça-feira (14) que as exportações caíram 6,6% em março sobre o ano anterior, melhorando ante a queda de 17,2% em janeiro-fevereiro, com os exportadores correndo para liberar os pedidos em atraso após paralisações forçadas da produção. Economistas projetavam queda de 14% dos embarques em março.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Ainda assim, analistas dizem que o cenário para as exportações e o crescimento em geral da segunda maior economia do mundo permanece fraco já que a pandemia paralisou a atividade empresarial em todo o mundo.

"Os dados acima do esperado do comércio em março não significam que o futuro é tranquilo", disse Zhang Yi, economista-chefe do Zhonghai Shengrong Capital Management.

Zhang espera que os dados do Produto Interno Bruto (PIB) chinês do primeiro trimestre - a serem divulgados na sexta-feira - mostrem contração de 8%, primeira queda trimestral desde ao menos 1992.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Importações recuam

As informações indicaram ainda que as importações recuaram 0,9% sobre o ano anterior, também melhor do que a expectativa de queda de 9,5%, o que a alfândega atribuiu à melhora da demanda doméstica. As importações haviam caído 4% nos dois primeiros meses do ano.

O cenário melhor das importações reflete em parte os embarques que estavam presos nos portos e foram liberados, além da demanda conforme as autoridades aliviaram as restrições.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entretanto, o consumo doméstico ficou longe de mostrar-se robusto com importações importantes, como de minério de ferro, caindo em março, o que destaca os apertos econômicos externos.

O superávit comercial da China no mês passado ficou em 19,9 bilhões de dólares, contra expectativa de superávit de 18,55 bilhões na pesquisa e déficit de 7,096 bilhões de dólares em janeiro-fevereiro.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Coronavírus

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV