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CAPTURA ANIMAL

GM Ambiental captura "falsa coral" em empresa de Arapongas

"Na dúvida, não é recomendado a aproximação ou interação com o animal", recomenda a GM

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O Grupo de Defesa Ambiental (GDA) da Guarda Municipal de Arapongas (GM) capturou nesta segunda-feira, 21, uma cobra "falsa coral", dentro de uma empresa de móveis localizada às margens da BR 369, na saída para Apucarana.

De acordo com o coordenador do GDA, GM Emerson, a espécie não é venenosa, mas por ser muito parecida com a coral verdadeira, precisa de um cuidado especial para manusear e capturar.

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"É muito fácil confundir as espécies e a coral verdadeira é extremamente perigosa e venenosa. Então na dúvida, não é recomendado a aproximação ou interação com o animal", recomendou o GM.

- LEIA MAIS: Susto: cobra é encontrada em carro de professora em Arapongas; relembre

Para acionar o GDA em caso de aparições de animais silvestres, basta ligar no telefone 153 da Guarda Municipal.

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A espécie

De acordo com o portal segredos do mundo, a cobra coral-verdadeira é bastante venenosa, já a falsa-coral não é tão perigosa. No entanto, o maior problema é que ambas são muito semelhantes, já que apresentam coloração parecida.

Essa coloração, que chama bastante atenção, conhecida como aposemática, é um tipo de aviso, indicando perigo, sobretudo, em animais venenosos.

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Aliás, por este motivo, é comum que as cobras corais-falsas sejam mortas, porque muitos as confundem com as verdadeiras e creem que sejam cobras perigosas.

Apesar do fato de que as cobras corais-verdadeiras e as falsas-corais são muito parecidas, existem alguns outros motivos para que essas duas serpentes sejam confundidas uma com a outra, por isso é importante se atentar às seguintes diferenças:

Tamanho

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As cobras corais-verdadeiras são magras e pequenas, medindo de 45 a 50 centímetros de comprimento, com algumas espécies chegando 1 metro.

Elas têm cabeças bulbosas, quase sem pescoço, olhos redondos e caudas de aparência semelhante, o que significa que pode ser difícil distinguir a cabeça de uma cobra de sua cauda.

Já a falsa-coral é tem comprimento maior e é mais grossa.

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Comportamento da cobra coral

Por natureza, as cobras corais-verdadeiras são reclusas e raramente picam, a menos que se sintam sob ameaça. Ou seja, elas vivem a maior parte do tempo no subsolo ou em pilhas de folhas secas.

Além disso, gostam de áreas de pântanos e com árvores, mas também vivem nas montanhas e em áreas rochosas.

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Por outro lado, a cobra falsa-coral costuma habitar encostas com arbustos, rios, bosques, campos e florestas.

- LEIA MAIS: Homem encontra cobra mais venenosa do país dentro de casa; veja

Ao contrário da verdadeira, a falsa-coral vaga durante o dia em busca de comida ou um companheiro. Essas serpentes podem se tornar mais noturnas conforme o verão fica mais quente.

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Dentição e picada

A dentição é um dos elementos que diferem as corais-verdadeiras e as falsas-corais. Inclusive, esse é um aspecto que pode gerar grandes equívocos quanto à presença de venenos.

As cobras corais-verdadeiras possuem a dentição responsável por inocular seu veneno na parte da frente de sua boca, assim, é mais facilmente acessível.

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Por outro lado, as falsas-corais apresentam esses dentes na parte de trás da boca, dessa forma, é mais difícil para que a cobra consiga injetar seu veneno no alvo.

O que fazer após um ataque de cobra coral?

As cobras corais-verdadeiras raramente picam, a menos que se sintam sob ameaça, e as mortes são ainda mais raras desde criaram o soro.

Se uma pessoa foi atacada, a princípio, a picada não é muito dolorosa e há um pouco de inchaço.

Se a mordida não for tratada na mesma hora, a taxa de mortalidade é de cerca de 10%.

Como uma toxina, o veneno da cobra coral destrói a capacidade dos nervos de se comunicarem entre si. Após algumas horas, a pessoa começa a apresentar sintomas, como:

Pálpebras fechadasFala arrastadaInsuficiência respiratória e cardíacaVisão duplaProblema para engolirDor de cabeçaDor de estômagoParalisiaConvulsões

Com efeito, o paciente precisa ir ao hospital na mesma hora. Ao contrário dos filmes, a picada de cobra não deve ser cortada e aspirada.

Ademais, o paciente não deve receber um torniquete, uma compressa fria ou ter a área afetada elevada acima do coração.

CUIDADO: o veneno das cobras corais-verdadeiras é bastante nocivo para o sistema nervoso e para o coração. Por isso, após a picada, a vítima da picada não consegue abrir os olhos, além de apresentar uma visão dupla e também asfixia.

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