Denúncia anônima leva a prisão por tráfico de crack no Jardim Dona Pina
Ação da Guarda Municipal ocorreu na noite desta segunda-feira (3) em uma casa inabitada; dezenas de porções e dinheiro trocado foram apreendidos

A Guarda Municipal prendeu um homem por tráfico de drogas na noite desta segunda-feira (3), no bairro Jardim Dona Pina. A prisão aconteceu por volta das 22h20, após a equipe receber denúncias anônimas apontando que uma residência na Rua Amanaci estava funcionando como ponto de venda de entorpecentes.
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A ação teve início quando os agentes, que patrulhavam a região, flagraram um ciclista pegando um objeto no portão do endereço denunciado. Ao notar a aproximação da viatura, o homem tentou se desfazer do item jogando-o no chão. Durante a abordagem, a equipe constatou que o pacote descartado era uma pedra de crack enrolada em papel-alumínio. Questionado, o ciclista confessou que havia acabado de comprar a droga para consumo próprio.
Logo em seguida, os guardas foram até o portão da residência e abordaram o suspeito de ter entregado o entorpecente. Durante a revista, foram encontradas no bolso dele três pedras de crack idênticas à que havia sido vendida instantes antes. Em outro bolso, os agentes localizaram um aparelho celular e R$ 250 em notas miúdas — uma característica comum na rotina de quem comercializa drogas, para facilitar o troco.
Imóvel era usado como "ponto"
Ao entrarem na casa para uma averiguação, os guardas notaram que o local não tinha moradores e guardava apenas móveis antigos. Sobre uma das camas, a equipe encontrou um segundo telefone celular e um pacote contendo mais 26 pedras de crack, já embaladas e prontas para a venda.
O suspeito chegou a negar que as drogas dentro da casa fossem suas, mas acabou confessando o crime momentos depois. Diante do flagrante da venda, do dinheiro apreendido e das drogas fracionadas, o homem recebeu voz de prisão por tráfico de drogas.
Ele foi encaminhado à delegacia de plantão para o registro da ocorrência e demais providências legais. Como colaborou com o trabalho das equipes e não apresentou resistência, a condução foi feita sem a necessidade do uso de algemas. O usuário abordado no início da ocorrência também foi qualificado para prestar esclarecimentos.
