Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Arapongas
publicidade
ARAPONGAS

Faltam medicamentos no SUS de Arapongas

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Faltam medicamentos no SUS de Arapongas
Autor Farmácia Central de Arapongas, na região norte do Paraná: acesso a medicamentos gratuitos - Foto: Delair Garcia - Foto:

Pelo menos 10 medicamentos que compõem a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename) estão não estão sendo distribuídos em Arapongas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os medicamentos são adquiridos através do consórcio “Paraná Saúde” e, segundo a administração municipal, atrasos de repasses do governo do estado prejudicaram a aquisição dos produtos.

O fotógrafo Ghabiru Sperandio é um dos pacientes prejudicado pela falta de medicamentos na Farmácia Central. Esta semana ele precisou de três remédios, no entanto, dois deles não foram encontrados na rede.

“Não encontrei o Ibuprofeno (um anti-inflamatório) e nem o Diprospan (anti-inflamatório). O primeiro eu acabei encontrando alguns dias depois, mas o Diprospan, que é uma injeção, eu tive que comprar”, reclama.

O farmacêutico responsável pelo município, João Bosco Bonin, explicou que muitos municípios do Estado são consorciados ao “Paraná Saúde”, programa onde os medicamentos são adquiridos a preço menor. Arapongas é um deles. Neste programa são investidas verbas dos municípios e do governo do Estado e, a partir daí, a programação de compra dos medicamentos é feita por cada município integrante. Tanto municípios quanto governo, bancam os recursos para grandes compras dos remédios junto aos laboratórios como forma de baratear custos.

“A informação que nós temos é que desde agostos para cá Governo Estadual não tem depositado seus recursos continuamente. Às vezes atrasa, às vezes não deposita. Com isso, as programações de compra dos municípios acabam atrasando e faltam remédios no estoque”, explica Bonin.

Segundo ele, para que o município consiga comprar os medicamentos que estão em falta fora do consórcio, é necessário abrir um processo licitatório independente. Isso, de acordo com Bonin, não é interessante para o município. “Uma licitação leva cerca de 60 dias para ficar pronta, até lá, o Governo do Estado pode acabar fazendo o repasse e a cidade voltar a receber os medicamentos. O consórcio nos informou que até o dia 7 de abril, teremos novidades em relação a esta questão. Vamos aguardar”. O município repassa cerca de R$ 400 mil por ano para o consórcio, segundo ele.

A Secretaria de Saúde do Governo do Estado, através de assessoria de imprensa, confirmou um débito de R$ 4 milhões do governo a fornecedores. No entanto, este valor foi quitado e o consórcio “Paraná Saúde” já fez o empenho ao laboratório para que os medicamentos voltem a ser distribuídos. A assessoria informou que, com isso, nos próximos dias os municípios voltarão a receber os remédios que estão em falta normalmente.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Arapongas

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV