Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Arapongas
publicidade
ARAPONGAS

Assaltantes agem em joalheria de Arapongas

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Assaltantes agem em joalheria de Arapongas
Autor - Foto:

Os assaltos a joalherias e relojoarias estão assustando comerciantes do ramo na região. Ontem pela manhã, três homens, um deles armado, roubaram peças da Relojoaria Quartz, no centro de Arapongas. O grupo rendeu clientes e funcionários levando dinheiro, objetos pessoais, além de R$ 2 mil em semijóias e peças de prata de bali do cofre. Este é o terceiro crime do gênero ocorrido na região em menos de um mês. Na semana passada, o Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) prendeu, em Tibagi, a quadrilha que roubou cerca de R$ 40 mil em peças de uma joalheria, em Rolândia. A polícia investiga ainda o roubo à loja Green Gold, no Centro Norte Shopping Center, ocorrido no mês passado, em Apucarana, e não descarta ligação entre os crimes.

Em todos os casos, os grupos usam modo operacional semelhante: agem durante o dia em horários com pouca movimentação e, sobretudo, com muita calma, sem causar alarde. Mas para quem está dentro da loja, são momentos de pânico. Uma das vítimas, que preferiu não ser identificada, contou que o grupo não machucou os reféns, no entanto usou ameaças para intimidá-los.

confira também



A mulher também observou que todos usavam fones de ouvido com microfone mantendo contato com outro integrante, possivelmente um quarto elemento incumbido de facilitar a fuga. Durante a ação, os bandidos ainda reclamaram dizendo que teriam “errado o bote”, conforme relato, pois encontraram apenas semijoias. Na fuga, um deles pediu para o comparsa “Ir preparando a caminhonete, pois haviam terminado”. O trio saiu tranquilamente da relojoaria como se nada tivesse acontecido.

O proprietário da relojoaria, Luiz Mazochin, estava chegando ao trabalho quando se deparou com funcionários e clientes amarrados no fundo da loja. O empresário chamou a Polícia Militar acreditando que os ladrões ainda estavam no local. O empresário conta que há 10 anos passou por uma situação parecida. Mesmo após dois crimes, Mazochin não quer abandonar o ramo. “Sempre fico com medo. Mas não tem como parar. Dependo disso para sobreviver”. O empresário pretende instalar um sistema de câmeras de segurança e pede maior policiamento na área central da cidade. “Espero que encontrem os culpados. Eu sei que não vou recuperar as peças, mas com a prisão dos bandidos outros crimes serão evitados”, acredita.

A Polícia Militar (PM) desconhece o modelo do veículo utilizado pela quadrilha e procura informações para traçar a rota de fuga. “Os ladrões comentaram sobre uma caminhonete, mas podem ter liberado essa informação para despistar a polícia. São quadrilhas especializadas que estão agindo em nossa região. Em todos os casos nota-se um alto nível de planejamento”, observa o capitão Vilson Laurentino da Silva, subcomandante da 7ª Companhia Independente de Polícia Militar (7ª CIPM).

O capitão informa que solicitou imagens de câmeras de segurança de estabelecimentos das proximidades além de submeter as vítimas a reconhecimento através de fotos de suspeitos envolvidos em outras situações semelhantes ocorridas na região.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Arapongas

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV