Velhas casas viram alvo de comércio em Arapongas
O valor comercial e a qualidade de madeiramento de peroba rosa, uma espécie quase extinta e hoje protegida pela legislação ambiental, está fazendo desaparecerem as casas de madeira que povoaram a região há mais de 50 anos.
A tendência arquitetônica de implantar móveis rústicos e decoração em construções novas abriu um mercado lucrativo para quem ainda tem esta espécie de madeira.
Tanto é que surgiram demolidores de casas e revendedores de tábuas, vigas e caibros em toda a região. A robusta madeira é comercializada até para o exterior.
“Vendo para São Paulo, Minas Gerais e até de outros países tem gente comprando”, diz o negociante, Marcos Roberto, de Arapongas.
Sem revelar por quanto vende a madeira, ele diz pagar em média cerca de R$ 5 mil numa casa velha. “Tudo depende da conservação e tamanho. Mas hoje não dá para pagar menos porque as pessoas já estão sabendo o quanto vale”, diz.
Leia a matéria completa na edição desta terça-feira da Tribuna do Norte - Diário do Paraná.
