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Veto em decreto não afeta mercado de armas na região

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Veto em decreto não afeta mercado de armas na região
Autor Foto: Reprodução

Passaram a valer no último dia 13 os decretos sobre porte e posse de arma editados pelo presidente Jair Bolsonaro em fevereiro. O texto original visava ampliar e facilitar a venda dos produtos, mas, em decisão individual, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber, suspendeu liminarmente trechos importantes do documento. A suspensão atinge por exemplo, o trecho que aumentava, de dois para seis, o limite de armas de fogo que o cidadão comum pode adquirir. Os limites para compras de armas e munição para caçadores, atiradores e colecionadores – conhecidos como “CACs”, ampliados em grande escala pelo decerto de Bolsonaro, também foi vetado.

Mesmo com as restrições impostas, a venda de armas e munições na região seguem em alta. Para a despachante de armas de Apucarana Nilsa Christi, os vetos do decreto relativos a comercialização não devem se manter. “Acredito que alguns pontos como a permissão de adolescentes a partir de 14 anos manusear armas de fogo deve continuar vetada, mas pontos que restringem a quantidade de armas e munição que podem ser vendidas devem ser liberados, de acordo com o decreto. Isso porque o cidadão deve ter liberdade de para adquirir o número de armas desejado, desde que siga todas as normas. O mesmo vale para a compra de munições, o limite hoje é muito pequeno, principalmente para quem pratica o tiro esportivo, cerca de 80% do público de compradores aqui na região”, avalia.

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Ainda de acordo com ela, as vendas se mantiveram bastante aquecidas até o final do ano passado, mas a partir deste ano, houve uma retração. “Comparando nossas vendas de novembro de 2020 com as vendas de março deste ano, tivemos uma queda de 60%. Acredito que a pandemia afetou a economia e fez a compra de armas ficar em segundo plano. Mesmo assim, estamos retomando as vendas e acredito que no máximo até a julho devemos voltar ao mesmo patamar”, considerou.

Em Arapongas, as vendas apresentaram uma retração menor, de acordo com o despachante e proprietário de um clube de tiro Itamar Araújo. Para ele, os vetos no decreto do presidente devem influenciar diretamente as vendas de armamento. “Tivemos uma redução de cerca de 10% nas vendas deste ano, principalmente pelo impacto financeiro causado pela pandemia. Eu acredito que se o STF mantiver os vetos arbitrários feitos ao decreto do presidente, a procura por armamento e munições devem cair ainda mais e a prática do tiro esportivo também deverá sofrer prejuízo. Vejo os decretos de forma positiva, eles apenas pretendem encurtar o processo para aquisição das armas, mas toda a regulação continuará nas mãos do exército”, argumentou.

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