Mulher se irrita com conversa no hospital e acaba detida em Apucarana
Autora das ameaças se recusou a apresentar documentos para a equipe policial após confusão na sala de espera

Uma confusão na sala de espera do Hospital da Providência, localizado no centro de Apucarana, terminou na delegacia na manhã de sexta-feira (9). O caso, registrado inicialmente como ameaça, evoluiu para uma contravenção penal após uma das envolvidas se recusar a fornecer sua identificação à Polícia Militar (PM).
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De acordo com o boletim de ocorrência, a equipe policial foi acionada por pacientes que aguardavam atendimento na ala de ortopedia. Duas mulheres, de 37 e 45 anos, relataram que estavam conversando enquanto esperavam pela consulta, quando uma terceira mulher, que também aguardava no local, se levantou de forma agressiva.
Segundo o relato das vítimas, a mulher passou a proferir xingamentos, mandando que elas "calassem a boca". Além das ofensas verbais, a autora teria ameaçado as duas, insinuando agressão física e chamando-as para "resolver a situação" do lado de fora do hospital.
Recusa de dados
Quando a Polícia Militar chegou ao local, os ânimos já estavam mais calmos. As vítimas foram orientadas sobre os procedimentos legais, mas optaram por não representar criminalmente contra a autora naquele momento, informando que decidiriam posteriormente.
No entanto, ao tentar registrar o fato, a equipe policial solicitou os documentos da mulher acusada das ameaças para a confecção do boletim. Ela alegou ter ficado nervosa porque as outras pacientes estavam "falando alto", mas se negou a fornecer seus dados pessoais aos policiais.
Diante da recusa, a mulher precisou ser encaminhada à 17ª Subdivisão Policial (SDP) de Apucarana. Na delegacia, ela foi identificada e assinou um Termo Circunstanciado por recusa de dados sobre a própria identidade. Após assumir o compromisso de comparecer em juízo, ela foi liberada.
