Morre mulher que caiu do 7º andar de prédio comercial em Apucarana
Vítima de 41 anos estava internada no Hospital da Providência após sofrer múltiplas fraturas
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Morreu na manhã desta terça-feira (28), por volta das 9 horas, no Hospital da Providência, em Apucarana, a mulher de 41 anos que caiu do sétimo andar de um edifício comercial localizado na Rua Osório Ribas de Paula, na área central da cidade. A informação da morte foi confirmada ao TNOnline pela Polícia Civil. O acidente aconteceu na tarde de segunda-feira (27), no Edifício Millenium, ao lado do Hotel Doral, nas proximidades da Praça Rui Barbosa.
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A vítima sofreu múltiplas fraturas, traumatismo craniano e apresentava sangramento intenso quando foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros. Ela foi encontrada inconsciente após cair sobre o telhado de uma estrutura inferior, quebrar a cobertura e parar sobre uma laje.
Segundo o subtenente Márcio Felipe do Carmo, a complexidade do local exigiu uma operação especial de resgate. Inicialmente, os bombeiros tentaram acessar a vítima pela marquise, mas optaram por uma retirada mais segura por dentro do próprio edifício.
“Nós tentamos acessar pela marquise, mas depois achamos prudente e mais seguro deslocar a vítima por dentro do edifício”, explicou o subtenente.
A análise preliminar das câmeras de segurança e o relato de testemunhas ajudaram a reconstituir os momentos que antecederam a queda. Conforme apurado, a mulher utilizou o elevador junto com uma psicóloga que trabalha no prédio. A vítima desceu no sexto andar, enquanto a profissional seguiu até o sétimo, onde fica sua clínica.
Algum tempo depois, a mulher retornou ao elevador, subiu até o sétimo andar e entrou no consultório da psicóloga. A profissional esclareceu que as duas não se conheciam, não estavam juntas e que ela nunca atendeu a vítima como paciente, destacando que apenas coincidiram de usar o mesmo elevador.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, após entrar no local, a mulher permaneceu por alguns instantes no hall de entrada, abriu a janela da sala e caiu. “Ela não era paciente da clínica. Ela simplesmente entrou, esperou um tempinho no hall de entrada, abriu a janela e infelizmente se atirou”, relatou o subtenente.
A vítima foi encaminhada inicialmente ao hospital sem identificação, já que não portava documentos no momento do resgate. O Corpo de Bombeiros atuou em conjunto com a administração e o síndico do edifício para cruzar dados do cadastro facial de entrada e confirmar oficialmente a sua identidade.
O TNonline não irá divulgar a identificação da mulher.
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