Morre após 47 dias na UTI o caminhoneiro de Apucarana que acidentou em SC
Alexandre Freitas Bispo, 32 anos, deixa a esposa e duas filhas pequenas; ele sofreu um grave acidente no município de Seara no início do mês de abril

Morreu neste domingo (17), aos 32 anos de idade, o caminhoneiro apucaranense Alexandre Freitas Bispo. Ele estava internado há 47 dias em Chapecó (SC), após sofrer um gravíssimo acidente no município de Seara, no dia 1 de abril.
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A morte do apucaranense foi confirmada pela sua família ao TNOnline. Ele teria morrido às 4h30 deste domingo. "Foram 47 dias de luta, esperança e oração. Você foi guerreiro até o fim e agora descansa nos braços de Deus", lamentou a família em comunicado nas redes sociais.
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O caminhoneiro deixa a esposa Suzi e duas filhas pequenas, além de familiares e amigos em Apucarana e região.
Velório e sepultamento
O corpo de Alexandre está sendo transladado para Apucarana. O velório será na Capela Mortuária Central de Apucarana e está previsto para iniciar às 3h da manhã desta segunda-feira (18). Haverá a missa de corpo presente durante a manhã desta segunda e o sepultamento deve ocorrer no Cemitério Cristo Rei, em Apucarana, em horário a ser confirmado.

Como foi o acidente
O caminhão conduzido por Alexandre colidiu com um Hyundai HB 20 e em seguida os veículos despencaram de um barranco.
A ocorrência foi registrada na quarta-feira, 1 de abril, na Rua Três de Abril, e os veículos acabaram caindo nos fundos de uma empresa localizada na Avenida Beira Rio.
Alexandre ficou preso às ferragens e a operação de resgate do caminhoneiro durou mais de cinco horas, sendo encaminhado pelo helicóptero do Serviço Aeromédico (Saer) a um hospital no município de Chapecó.
Já no carro estavam duas pessoas, sendo o motorista e uma mulher. Eles foram encontrados conscientes e com escoriações, sendo resgatados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Um terceiro veículo também foi atingido.
Alexandre passou por algumas cirurgias durante o período que permaneceu hospitalizado. A família e os amigos também mobilizaram correntes de oração pela recuperação do trabalhador.
