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Foragido da Comarca de Apucarana é suspeito de envolvimento no sumiço de primas

Jovens de 18 anos desapareceram em 20 de abril após irem à festa; caso é tratado como homicídio pelas autoridades

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Foragido da Comarca de Apucarana é suspeito de envolvimento no sumiço de primas
Autor O sumiço das jovens, ocorrido no dia 20 de abril, está sendo apurado pela PC-PR de Cianorte - Foto: Divulgação

A Polícia Civil do Paraná (PC-PR) atualizou nesta quarta-feira (29) as investigações sobre o desaparecimento das primas Sttela Dalva Melegari Almeida e Letycia Garcia Mendes, ambas de 18 anos, e passou a tratar o caso como um possível homicídio. O sumiço das jovens, ocorrido no dia 20 de abril, está sendo apurado pela unidade de Cianorte. O principal suspeito, segundo a PC-PR, é um homem de 39 anos foragido da Comarca de Apucarana.

-LEIA MAIS: Jovens desaparecem após avisarem família que iam para Porto Rico (PR)

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O homem foi identificado durante o curso das investigações e está foragido. As apurações revelaram que o homem utilizava uma identidade falsa para ocultar seu paradeiro e se furtar da Justiça, visto que já possuía um mandado de prisão em aberto pelo crime de roubo agravado, expedido pela Comarca de Apucarana. A investigação aponta, inclusive, que o empresário inicialmente considerado como o terceiro desaparecido no caso é, na verdade, o próprio foragido da Comarca de Apucarana, que usava um nome fictício.

As vítimas foram vistas pela última vez na companhia do suspeito ao saírem das cidades de Cianorte e Jussara em uma caminhonete Hilux escura, com destino a um evento em Porto Rico, no norte do estado. O último registro de atividade online das jovens ocorreu na madrugada do dia 21 de abril, poucas horas após terem feito o último contato com familiares a partir de uma residência.

Com base nas investigações, que incluem depoimentos, reconhecimento formal, análises de deslocamento e relatórios investigativos, a Polícia Civil formalizou o pedido de prisão temporária contra o investigado. A solicitação já conta com parecer favorável do Ministério Público e aguarda agora a decisão judicial.

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As autoridades reforçam que a colaboração da população é essencial para a resolução do caso. Informações sobre o paradeiro do suspeito podem ser repassadas de forma anônima através dos telefones 181, 190, 197 ou diretamente em qualquer unidade da Polícia Civil.

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