Danylo critica gastos da prefeitura e anuncia ação popular contra prefeito
Presidente da Câmara afirma que município tem aplicado recursos em áreas que não são prioritárias no município
TNOnline TV
O presidente da Câmara Municipal de Apucarana, Danylo Acioli (MDB), fez duras críticas à administração do prefeito Rodolfo Mota (União Brasil) durante entrevista concedida após a sessão legislativa desta segunda-feira (18). Entre os assuntos abordados, o vereador anunciou que pretende ingressar com uma ação popular contra o prefeito por suposta lesão ao erário. Veja acima
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Segundo Acioli, a Prefeitura estaria priorizando gastos considerados elevados enquanto bairros da cidade ainda enfrentam problemas estruturais. “Falta prioridade para o município de Apucarana”, afirmou o presidente da Câmara.
Durante a entrevista, o vereador citou investimentos da administração municipal em veículos elétricos e desapropriações de terrenos. Conforme ele, os valores poderiam ter sido utilizados para resolver problemas enfrentados por moradores do Jardim Interlagos.
“Quando falam que a cidade está endividada, gastam R$ 4 milhões em veículos e quase R$ 16 milhões em desapropriações de terrenos. O valor seria suficiente para resolver toda a situação vivenciada hoje no Interlagos”, declarou.

Acioli também criticou a aquisição de um terreno para instalação do Laboratório Municipal. Segundo ele, a estrutura poderia funcionar em outro espaço já existente na cidade.
Além das críticas administrativas, o presidente da Câmara acusou o prefeito de supostamente intimidar pessoas que fazem críticas à gestão municipal nas redes sociais. “Ele tem mandado mensagens para pessoas ameaçando processos e dizendo que sabe onde elas trabalham”, alegou.
O vereador afirmou ainda que pretende protocolar, até o início de julho, uma ação popular contra Rodolfo Mota. “Tenho provas contundentes de que houve lesão ao erário por omissão”, disse.
A reportagem entrou em contato com a assessoria da Prefeitura de Apucarana e aguarda um posicionamento oficial do prefeito Rodolfo Mota sobre as declarações feitas pelo presidente da Câmara.
