Colisões representam 57% dos acidentes de trânsito em Apucarana; motos lideram estatísticas
Bombeiros registraram 348 ocorrências em 2026; trechos urbanos e rodovias revelam focos de perigo e gravidade nas vias do município

As colisões continuam sendo o principal problema no trânsito de Apucarana. Entre janeiro e julho de 2026, elas representaram 56,9% dos 348 acidentes atendidos pelo 11º Batalhão de Bombeiros Militar (11º BBM). O levantamento também mostra que os motociclistas seguem sendo os mais vulneráveis nas ruas da cidade.
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As motos estiveram envolvidas em 61,8% das ocorrências, índice superior ao dos automóveis de passeio, que apareceram em 54,6% dos acidentes. Ao todo, o Corpo de Bombeiros atendeu 198 colisões no período analisado representando mais da metade dos atendimentos. Em seguida aparecem as quedas de veículos, com 82 registros (23,6%), os atropelamentos (7,2%), os choques contra anteparos (6,3%), as saídas de pista e capotamentos (3,4%) e os tombamentos (2,6%).
Apesar de representarem uma parcela menor das ocorrências, os acidentes envolvendo caminhões e veículos de carga chamam a atenção pela gravidade. Eles correspondem a 12,4% dos registros, mas geram os atendimentos mais complexos, devido à força dos impactos e aos riscos relacionados às cargas transportadas.
O levantamento também aponta os locais onde os acidentes acontecem com mais frequência. A Avenida Minas Gerais aparece como o principal ponto crítico da cidade com 47 ocorrências, principalmente em cruzamentos com intenso fluxo de veículos. Já na BR-376 são registrados os acidentes mais graves, como tombamentos de caminhões e saídas de pista.
