Lula vence na Austrália e Nova Zelândia; Flávio lidera no Japão e Malásia
O resultado consolidado será divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após as 17h

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu a votação na Austrália e na Nova Zelândia, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) recebeu a maioria dos votos no Japão e na Malásia, segundo levantamento divulgado pelo site g1 com boletins de urna do segundo turno das eleições presidenciais. Os dados reunidos até as 9h deste domingo (25), no horário de Brasília, apontavam vitórias do petista em cinco países e do senador em seis países e territórios.
-LEIA MAIS: Eleitor deve conferir seção eleitoral antes de votar; veja onde e como checar
Os números representam um recorte da votação no exterior. O resultado consolidado será divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após as 17h, quando termina a votação no Brasil. Quase 1 milhão de brasileiros estão aptos a participar da eleição fora do país, em 186 cidades de mais de cem nações.
Entre os locais com resultados disponíveis, o Japão concentrou o maior volume de votos. Flávio recebeu 28.538, equivalentes a 80,08% dos válidos, enquanto Lula somou 7.098, ou 19,92%.
Na Austrália, o presidente obteve 6.017 votos e alcançou 63,46%, contra 3.465 votos de Flávio, que ficou com 36,54%. Na Nova Zelândia, Lula registrou 418 votos, correspondentes a 80,54%, e o adversário teve 101, ou 19,46%.
O petista também conquistou a maioria na China, com 502 votos e 65,28%; na Coreia do Sul, com 148 votos e 64,35%; e em Singapura, onde recebeu 213 votos, equivalentes a 63,77%.
Além do Japão, Flávio venceu nas Filipinas, na Indonésia, na Malásia, na Tailândia e em Taiwan. A disputa entre os eleitores na Malásia terminou com diferença de três votos: foram 44 para o senador e 41 para Lula. Na Tailândia, o candidato do PL recebeu 60 votos, contra 56 do presidente.
No primeiro turno, Lula havia liderado em 64 países, e Flávio, em 36. Houve empate na Guiné-Bissau. No conjunto da votação no exterior, o presidente recebeu 157.387 votos, ou 47,57% dos válidos, enquanto o senador somou 143.900, equivalentes a 43,49%. A abstenção foi de 62,69%.
