Alexandre Curi lidera disputa pelo Senado; Deltan, Filipe Barros e Gleisi empatam em segundo
No somatório do voto duplo, deputado do Republicanos lidera isolado, enquanto candidatos do Novo, PL e PT surgem empatados dentro da margem de erro

A nova pesquisa Quaest para o Senado no Paraná, divulgada nesta quinta-feira (24), aponta o deputado estadual Alexandre Curi (Republicanos) numericamente à frente na corrida pelas duas vagas em disputa nas eleições de 2026, somando 14% do total das intenções de voto no cenário estimulado. Logo em seguida, em situação de empate técnico dentro da margem de erro, aparecem o ex-procurador Deltan Dallagnol (Novo), com 11%, o deputado federal Filipe Barros (PL), com 11%, e a deputada federal Gleisi Hoffmann (PT), com 10%.
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O levantamento, encomendado pela RPC, afiliada da TV Globo, simula o cenário em que o eleitor precisa escolher dois nomes diferentes para renovar as cadeiras do estado no Congresso Nacional. Na análise individualizada da primeira vaga, Curi lidera com 18% da preferência, seguido por Deltan e Gleisi, empatados com 16%, e por Filipe Barros, que registra 10%. Já na disputa pela segunda vaga, a preferência se altera: Filipe Barros assume a primeira posição numérica com 12%, enquanto Curi aparece com 9%, Dr. Rosinha (PT) e Cristina Graeml (PSD) contabilizam 7% cada, Deltan soma 6% e Gleisi atinge 5%.
Considerando a combinação total das menções estimuladas, Dr. Rosinha e Cristina Graeml figuram empatados com 5% cada, enquanto Karen Guerreiro (Missão) e Marcelo Marcelino (PCO) registram 1% cada, e Joaquim do MLB (Unidade Popular) não pontuou. O volume de eleitores indecisos atinge 29%, ao passo que brancos, nulos ou abstenções somam 13%. Na modalidade espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados previamente aos entrevistados, o percentual de indecisos salta para 76%, com Deltan sendo o mais lembrado (6%), seguido por Gleisi (4%), Curi (4%) e Filipe Barros (3%).
A consolidação do voto aponta que 58% dos entrevistados já consideram sua escolha definitiva para o Senado, enquanto 42% afirmam que ainda podem mudar de candidato até o dia da votação, em 4 de outubro. A Quaest também mensurou o índice de rejeição dos concorrentes, revelando que a deputada Gleisi Hoffmann possui o maior percentual de veto, com 56% dos eleitores afirmando que a conhecem mas não votariam nela de jeito nenhum. Dr. Rosinha aparece em seguida, com 39% de rejeição, enquanto Alexandre Curi é rejeitado por 24%, Filipe Barros por 22%, e Deltan Dallagnol e Cristina Graeml registram 19% de veto cada.
O estudo manteve na amostragem candidatos com situações jurídicas pendentes na Justiça Eleitoral, como Marcelo Marcelino (PCO), que recorre do indeferimento de sua candidatura pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), e Deltan Dallagnol (NOVO), que realiza atos de campanha sub judice devido a uma liminar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A pesquisa ouviu 804 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 20 e 23 de setembro, tem margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e está registrada sob o protocolo PR-02802/2026.
Combinação — votos totais
- Alexandre Curi (Republicanos): 14% (eram 15% em 24 de agosto);
- Deltan Dallagnol (Novo): 11% (eram 9% em 24 de agosto);
- Filipe Barros (PL): 11% (eram 9% em 24 de agosto);
- Gleisi (PT): 10% (eram 11% em 24 de agosto);
- Dr. Rosinha (PT): 5% (eram 6% em 24 de agosto);
- Cristina Graeml (PSD): 5% (eram 8% em 24 de agosto);
- Karen Guerreiro (Missão): 1% (era 1% em 24 de agosto);
- Marcelo Marcelino (PCO): 1% (era 0% em 24 de agosto);
- Joaquim do MLB (Unidade Popular): 0% (era 0% em 24 de agosto);
- Indecisos: 29% (eram 28% em 24 de agosto);
- Branco/nulo/não vai votar: 13% (eram 13% em 24 de agosto).
1ª Vaga
- Alexandre Curi (Republicanos): 18% (eram 18% em 24 de agosto);
- Deltan Dallagnol (NOVO): 16% (eram 14% em 24 de agosto);
- Gleisi (PT): 16% (eram 18% em 24 de agosto);
- Filipe Barros (PL): 10% (eram 11% em 24 de agosto);
- Dr. Rosinha (PT): 3% (eram 4% em 24 de agosto);
- Cristina Graeml (PSD): 3% (eram 9% em 24 de agosto);
- Karen Guerreiro (Missão): 1% (era 1% em 24 de agosto);
- Marcelo Marcelino (PCO): 0% (era 0% em 24 de agosto);
- Joaquim do MLB (Unidade Popular): 0% (era 0% em 24 de agosto);
- Indecisos: 23% (eram 17% em 24 de agosto);
- Branco/nulo/não vai votar: 10% (eram 8% em 24 de agosto).
2ª Vaga
- Filipe Barros (PL): 12% (eram 8% em 24 de agosto);
- Alexandre Curi (Republicanos): 9% (eram 12% em 24 de agosto);
- Dr. Rosinha (PT): 7% (eram 7% em 24 de agosto);
- Cristina Graeml (PSD): 7% (eram 6% em 24 de agosto);
- Deltan Dallagnol (NOVO): 6% (eram 3% em 24 de agosto);
- Gleisi (PT): 5% (eram 5% em 24 de agosto);
- Karen Guerreiro (Missão): 1% (era 1% em 24 de agosto);
- Marcelo Marcelino (PCO): 1% (era 1% em 24 de agosto);
- Joaquim do MLB (Unidade Popular): 1% (era 0% em 24 de agosto);
- Indecisos: 35% (eram 39% em 24 de agosto);
- Branco/nulo/não vai votar: 16% (eram 18% em 24 de agosto).
Números da pesquisa espontânea
- Deltan Dallagnol (Novo): 6% (eram 3% em 24 de agosto);
- Gleisi (PT): 4% (eram 2% em 24 de agosto);
- Alexandre Curi (Republicanos): 4% (eram 2% em 24 de agosto);
- Filipe Barros (PL): 3% (era 1% em 24 de agosto);
- Dr Rosinha (PT): 2% (era 1% em 24 de agosto);
- Cristina Graeml (PSD): 2% (era 0% em 24 de agosto)
- Karen Guerreiro (Missão): 0% (era 0% em 24 de agosto)
- Joaquim do MLB (Unidade Popular): 0% (era 0% em 24 de agosto)
- Marcelo Marcelino (PCO): 0% (era 0% em 24 de agosto)
- Indecisos: 76% (eram 90% em 24 de agosto);
- Branco/nulo/não vai votar: 3% (era 1% em 24 de agosto).
