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O Que Alice nos Ensina Sobre Inovação

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O Que Alice nos Ensina Sobre Inovação
Autor Uma das metáforas mais envolventes sobre o que é inovar - Foto: Reprodução/Google

Inovar exige mais do que técnica. Exige disposição para fazer perguntas incômodas, abrir mão de certezas e, acima de tudo, coragem para mergulhar no desconhecido. No livro Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll, tudo começa quando uma menina curiosa decide seguir um coelho apressado. Sem pensar muito, ela o persegue e acaba caindo em uma toca e, ali, inicia uma jornada que desafia a lógica e transforma sua forma de ver o mundo.

Esse mergulho é, para mim, uma das metáforas mais envolventes sobre o que é inovar. Inovação não é sobre repetir fórmulas de sucesso. É sobre entrar em territórios incertos, onde as regras do jogo ainda estão sendo escritas. No País das Maravilhas, Alice encontra personagens que desafiam a razão e questionam tudo e não é justamente isso que a inovação nos pede?

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Ao longo da narrativa, Alice pergunta várias vezes “quem sou eu?”, “para onde estou indo?”, “o que é real?”. Essas perguntas também habitam quem busca transformar sua empresa, sua cidade ou sua forma de trabalhar. O Gato de Cheshire aparece para lembrar: “Se você não sabe onde quer chegar, qualquer caminho serve.” E esse é o ponto. Inovar sem propósito é se perder no labirinto de possibilidades.

A inovação precisa de direção, mas também de flexibilidade. Em certos momentos, Alice cresce. Em outros, encolhe. Às vezes, vê tudo com nitidez; outras vezes, se confunde. Assim também é o processo de criar algo novo: exige ajustes constantes, revisões de rota e a capacidade de enxergar com outros olhos.

A Rainha de Copas representa o medo do erro. Inovar exige espaço para testar, falhar e aprender. Se a cada tentativa houver uma ameaça de “cortem-lhe a cabeça!”, ninguém ousará criar. Já o Chapeleiro Maluco nos convida a repensar nossa relação com o tempo. Inovação não acontece quando sobra tempo, ela acontece quando se dá prioridade a ela. É como o eterno chá das cinco, também corremos o risco de girar em círculos se não tivermos coragem de mudar a rotina.

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Na prática, inovar é sair da superfície. É repensar a lógica dos processos, dos negócios, das relações. É aceitar que o novo nem sempre é confortável, mas é necessário. Na Apucarana que queremos construir, mais inteligente, mais colaborativa, mais aberta ao futuro, precisamos de mais Alices. Pessoas e instituições dispostas a escutar ideias “malucas”, a desafiar o “sempre foi assim”, a caminhar por trilhas ainda não trilhadas.

O futuro não é uma repetição do passado. É uma invenção. E talvez a pergunta mais importante que o livro nos deixa, e que serve para todos nós é: “O que você quer ser quando acordar?”

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