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Desenvolvimento Econômico e Relações Públicas e Privadas

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O desenvolvimento econômico se processa com maior velocidade quando parcerias entre o setor privado e o setor público passam a se intensificar. Alguns pressupostos básicos facilitam o crescimento econômico, tanto do lado do mercado, quanto do lado do setor público que envolvem: a estabilidade macroeconômica, a equidade e a eficiência.

A estabilidade macroeconômica por trazer segurança nos contratos e seguranças nos negócios, permite aos agentes econômicos uma previsibilidade de longo prazo para articulação dos supracitados negócios. Ocorre também em relação à equidade porque o setor público precisa atender a todos os setores de igual forma, com transparência, em relação à segurança jurídica, ainda que, em relação aos recursos, possa direcioná-los a segmentos de maior carência, quando do caso de intempéries. Uma forte relação com a eficiência de mercado tende a ser necessária também no setor público, uma vez que sempre é possível fazer mais e melhor e essa eficiência precisa alcançar uma média regularidade na atuação do setor público. Como nem o setor público e nem o mercado resolvem tudo sozinho, a eficiência marca as duas formas de atuação do desenvolvimento econômico, tanto em relação ao mercado quanto em relação ao setor público e suas inter-relações.

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Sendo assim, o setor público precisa atender com eficiência as falhas de mercado, principalmente em setores onde o mercado, não dá conta de oferecer uma resposta satisfatória. Outra importante questão é trabalhar os fundamentos da distribuição de renda, pois ela fortalece e dá sustentação ao mercado. Entende-se que é fundamental crescer, ampliar o volume do Produto Interno Bruto, mas que esse volume cresça de forma ordenada, por todos os setores e envolva uma justa distribuição de renda. Mercado e setor público precisam conversar e estabelecer um equilíbrio no andamento da macroeconomia, a fim de que produção, consumo, remuneração, tributação e distribuição de renda possam caminhar, sem que uma área penalize a outra. Mais uma vez aparece a importância de uma reforma tributária, esperada pelo empresariado.

Os governos locais são colaboradores do processo e as necessidades e dificuldades presentes precisam estar em sintonia com a classe empresarial, para que gargalos de infraestrutura, consumo, produção e distribuição possam ser trabalhadas da forma mais eficiente possível. Aqui o processo tributário - com enxugamento da burocracia tributária - é o melhor realinhamento do processo de arrecadação. É importante por mexer com todos os atores: nacionais, regionais e locais.

Nesta visão, não é só o setor público, o agente principal de mudanças de inovações na busca do progresso econômico e, assim, todos os agentes envolvidos, inclusive o mercado, podem dar importante parcela de contribuição, emprestando sua metodologia de eficiência ao setor público, agindo em parcerias, envolvendo os governos locais e regionais. Aqui, a responsabilidade por qualidade de vida, gerenciamento adequado dos recursos, sustentação do desenvolvimento ciclo a ciclo, não indicam somente a responsabilidade de um, ou de outro, mas de toda uma população como agente principal, tomando como base de articulação o setor privado e o setor público, quando, atuando em cooperação - em todas as suas instâncias - aprendem novas formas de atuação e de inter-relação em cada ciclo de crescimento econômico.

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Há falhas de mercado e falhas de governo, mas por outro lado, temos a inter-relação de parcerias e a população como principal agente que acompanha passo a passo todo o processo de cooperação e exploração das capacidades locais, para a potencialização do desenvolvimento econômico. O planejamento - e a implementação de políticas - não se dá de forma separada, mas sempre por meio da interação do setor público/privado, tendo os objetivos da população contidos no planejamento local regional, como principal foco a ser alcançado no processo de desenvolvimento econômico.

Esse é o caminho para que o setor público/privado possa responder aos anseios e preferências do cidadão. Todos os agentes devem atuar em cooperação para minimizar os custos de transação, o que implica na redução do custo Brasil, envolvendo o local e o regional, por meio da busca de estabilidade macroeconômica, equidade e eficiência, mas sempre considerando os interesses da população, equacionados com os dos agentes públicos/privados locais e regionais como foco para o crescimento e desenvolvimento econômico.

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