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Prefeitura de Ivaiporã antecipa 13º salário

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Prefeitura de Ivaiporã antecipa 13º salário
Autor Foto: Reprodução

O prefeito de Ivaiporã, Luiz Carlos Gil (PSD), autorizou o pagamento da 1ª parcela do 13º salário aos servidores municipais, aposentados e pensionistas. Ivaiporã é o 1º município da Amuvi (Associação dos Municípios do Vale do Ivaí) a antecipar a 1ª parcela do 13º salário, que foi depositada ainda na última sexta-feira, dia 27 de maio. Segundo ele, trata-se de R$1,4 milhão que entra nas contas dos servidores públicos, o que favorece a economia do município. Pela legislação, a Prefeitura poderia pagar a 1ª parcela até o dia 30 de novembro e a 2ª até o dia 20 de dezembro. Carlos Gil disse que a antecipação do 13º salário reflete o equilíbrio nas contas públicas – um dos compromissos da gestão com a população. “Com o pagamento antecipado os servidores podem pôr compromissos em dia, investir ou guardar na poupança, por exemplo”, mencionou Carlos Gil.

Revitalização de avenida

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O prefeito Junior da Femac (PSD) cumpre agenda hoje em Curitiba. O principal compromisso será no Sebrae-PR, onde o Município de Apucarana irá firmar parceria com o órgão e a Fecomércio, aderindo ao Programa de Revitalização de Espaços Comerciais. A iniciativa é desenvolvida pelo Sebrae e a Fecomércio há 15 anos e havia sido paralisada em 2018, visando à implantação de uma nova metodologia e atualização. Em Apucarana, o programa irá contemplar todo o trecho comercial da Rua Ponta Grossa. “Neste espaço estão estabelecidos cerca de 150 comerciantes e o programa viabilizará, em comum acordo com os empresários, uma nova identidade visual e melhorias estruturais, a partir de um diagnóstico do Sebrae”, revela.

Educação física

A Câmara de Apucarana apreciou na sessão ordinária duas matérias que geraram polêmica e acabaram saindo de votação: um substitutivo assinado por vários vereadores que trata da obrigatoriedade de diploma de curso superior em Educação Física para docência da disciplina na Educação Infantil, no Ensino Fundamental I e na Educação Especial. O substitutivo foi apresentado a um projeto de lei do vereador Lucas Leugi (PP), que trata do mesmo assunto e também estava na pauta. Leugi considerou o substitutivo inconstitucional e o vereador Moisés Tavares (Cidadania) pediu vista para melhores estudos. Já o vereador Luciano Molina (PL) pediu vista ao projeto de Leugi para que se busque um denominador comum.

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