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Coluna da Tribuna: Moro só venceu em Apucarana

Em oito cidades, candidatos apoiados pele senador perderam

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Coluna da Tribuna: Moro só venceu em Apucarana
Autor Moro em campanha com Rodolfo Mota - Foto: Vitor Flores

O prefeito eleito de Apucarana, Rodolfo Mota (União Brasil), salvou a pele do senador Sérgio Moro (União Brasil) nesta eleição municipal. Dos 10 candidatos apoiados por Moro, apenas Rodolfo venceu a eleição. Oito já foram derrotados e Moro ainda tem esperança em Londrina, onde o deputado estadual Tiago Amaral (PSD) vai disputar o segundo turno com a professora Maria Tereza (PP). Em Londrina, a bem da verdade, Moro é mero coadjuvante, pois os principais apoiadores de Tiago são o governador Ratinho Jr. (PSD), o ex-presidente Bolsonaro (PL) e o deputado federal Filipe Barros (PL). A maior derrota de Moro foi em Curitiba, onde sua esposa Rosângela Moro era candidata a vice-prefeita na chapa de Ney Leprevost (União Brasil), onde fizeram apenas 6,5% dos votos válidos. Para quem pretende disputar o governo do Estado e lançar a esposa - que hoje é deputada federal - ao Senado, Moro foi mal. Muito mal. O deputado estadual Alexandre Cury (PSD), provável candidato de Ratinho Jr. ao governo do Estado, ficou feliz com essa pouca desenvoltura de Moro nas eleições municipais.

E agora, José?

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O primeiro dilema do prefeito eleito de Apucarana, Rodolfo Mota (União Brasil), é manter ou não a mesma determinação de 2016, em relação à eleição de presidente do Legislativo. Naquele ano, eleito vereador, Rodolfo iniciou uma campanha para que a nova presidência da Câmara fosse ocupada por um dos seis vereadores novatos eleitos, não aceitando nenhum edil reeleito para presidente. Isso gerou o rompimento dele com o então prefeito Beto Preto, que desejava o posto para o vereador reeleito Mauro Bertoli. Rodolfo então lançou o vereador Gentil Pereira para presidente do Legislativo. Dos seis novos, apenas um se opôs a Rodolfo, Lucas Leugi. Resultado: Gentil fez 5 votos e Beto Preto ganhou a parada com Mauro Bertoli, fazendo 6 votos. Agora, se Rodolfo manter o mesmo pensamento de 2016, o vereador reeleito Moisés Tavares (PP), que já se lançou candidato à presidência, fica fora do páreo...


PT inconformado

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O Partido dos Trabalhadores de Apucarana continua inconformado com a não eleição do médico Odarlone, apesar de ter sido o candidato a vereador mais votado. Coisas de regra eleitoral, que rege a eleição proporcional. Há quem defenda que os eleitos deveriam ser os mais votados, independente de partido, coligação e federação. Tal qual ocorre nas eleições majoritárias, onde o mais votado ganha, seja para presidente da República, seja para governador de Estado, Senado Federal e Prefeitura. Já para a Câmara Federal e Assembleia Legislativa, prevalece o mesmo sistema das Câmaras Municipais, por serem eleições consideradas proporcionais e a vaga é do partido e não do candidato. Infelizmente, essa regra na eleição proporcional jamais vai ser mudada porque não há interesse dos deputados federais em alterá-la. Para eles, fica mais fácil se eleger do jeito que está.


Primeiros nomes

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Já começam a surgir comentários sobre possíveis nomes que possam vir a compor o secretariado do prefeito eleito de Apucarana, Rodolfo Mota. Para a Secretaria de Finanças, o nome cotado seria do professor e economista Rogério Ribeiro, muito respeitado em sua área de atuação. Um bom nome, sem dúvida. Já para a Educação, um nome que pode surgir é o da professora Leila Prijma, também considerada muito competente. Entre os vereadores eleitos, não será surpresa se um ou outro vier a compor o secretariado, para que o primeiro suplente de um partido aliado de Rodolfo possa assumir o Legislativo. Tudo, é verdade, são especulações, até porque o prefeito eleito Rodolfo Mota vem mantendo a sete chaves os nomes de sua futura equipe. Mas como diz um velho ditado: onde há fumaça, há fogo. É aguardar para conferir após a divulgação oficial.


Pensando em 2026

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Nem bem acabou a eleição municipal de 2024 e já tem político em Apucarana falando em ser candidato a deputado estadual e federal em 2026. O vereador Lucas Leugi (PSD), que acabou não se reelegendo, anunciou em pronunciamento na Câmara Municipal que vai disputar a Assembleia Legislativa, em 2026. Quem também vem aventando essa possibilidade é o prefeito Junior da Femac (MDB), que anda até dizendo que poderia fazer dobradinha com o vereador Recife (MDB), que disputou e perdeu a Prefeitura, como candidato a deputado federal. Tudo isso é dito agora no calor das eleições que se encerraram no dia 6 de outubro, mas, como ainda tem muita água para rolar debaixo dessa ponte, pode ser tudo, pode ser nada. Também é preciso aguardar os próximos passos do prefeito eleito Rodolfo Mota (União Brasil) sobre possíveis compromissos dele em 2026.


ALEX CANZIANI QUER PARCERIA COM RODOLFO

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O ex-deputado federal e atual secretário de Estado da Inovação, Alex Canziani (PSD), em visita ontem à Tribuna, disse ter ficado muito satisfeito com a vitória de Rodolfo Mota em Apucarana, apoiado por ele e pela sua filha, a deputada federal Luísa Canziani (PSD). Alex pretende retomar sua carreira como parlamentar, em 2026, e espera ter em Rodolfo um bom parceiro político em Apucarana, onde em épocas passadas chegou a fazer 15 mil votos para deputado federal. Entre outras conquistas para a cidade, Alex destaca a Universidade Tecnológica Federal do Paraná, cujo embrião foi o Centro Moda trazido por ele no início dos anos 2000.


VAPT-VUPT

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PROCURADOR Ainda falando sobre possíveis nomes para o secretariado do prefeito eleito de Apucarana, Rodolfo Mota, especula-se que o advogado Aluísio Ferreira poderá ser o novo procurador jurídico da Prefeitura Municipal. A conferir.

JUVENTUDE O vereador reeleito Tiago Cordeiro (PDT) reclamou ontem da não inclusão de seu nome entre os jovens que vão compor o Legislativo apucaranense, a partir de 2025. Tiago completou 37 anos de idade em junho deste ano.

CONFRATERNIZAÇÃO O vereador eleito Adan Lenharo (Democracia Cristã) vai reunir hoje em sua residência todos os vereadores eleitos de Apucarana para uma confraternização. Dificilmente o assunto presidente da Câmara ficará de lado.

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