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ELEIÇÕES 2024

Coluna da Tribuna: Jesuel de volta à disputa em Itacolomi

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Coluna da Tribuna: Jesuel de volta à disputa em Itacolomi
Autor Jesuel de Oliveira - Foto: Divulgação

Decisão proferida ontem pelo juiz eleitoral José Tragibo de Campos confirmou a candidatura de Jesuel de Oliveira (PL) a prefeito de Novo Itacolomi. O ex-prefeito, que teve inicialmente o registro de candidatura indeferido por ter contas reprovadas, conseguiu reverter a decisão após ingresso de embargo de declaração. “Agora vamos esperar a decisão popular nas urnas”, afirmou ontem à coluna. Com 3.044 eleitores, o município de Novo Itacolomi está com uma campanha eleitoral bastante movimentada em termos de decisões judiciais. No início da semana, o também ex-prefeito Polaco da Pá (União Brasil), outro que teve registro de candidatura indeferido, anunciou sua desistência do processo eleitoral e colocou em seu lugar o então vice Adenilso Magon (União Brasil). Também disputa a prefeitura João Pedro Magon (PSD), que já foi vice do atual prefeito Moacir Andreolla (PSD) e de quem tem apoio.


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Repeteco à tarde

Os programas do horário político de Apucarana apresentam algumas peculiaridades por parte do candidato a prefeito Paulo Vital (PL). O pessoal da produção de TV faz questão de repetir o programa da noite no dia seguinte à tarde, como estratégia para surpreender os adversários com um programa novo no horário nobre da TV, à noite. Nem todos os candidatos têm essa mesma condição, porque exige-se uma equipe de produção e edição focada o dia todo em elaborar um conteúdo diferente para cada programa noturno. Haja fôlego.


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Limite irreal

Em uma campanha de prefeito, em cidade onde existem emissoras de TV, um dos custos mais caros é justamente a produção de programas para alavancar o candidato. Dependendo do tempo que dispõe o partido ou coligação pior ainda, porque para preencher a cada dia um novo programa exige-se uma equipe de repórteres, cinegrafistas, editores de texto e de imagem, produção e um bem elaborado roteiro. Por isso o limite de gastos na campanha de prefeito em Apucarana, fixado pelo TSE em R$ 377 mil, é muito fora da realidade.


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Tiro no pé

Já dizia um velho e sábio político mineiro: “Eleição é igual mineração, resultado só depois da apuração”. O tal do já ganhou, nem sempre entoado pelo próprio candidato, mas por seus apoiadores, pode ser um tiro no pé. Não tem eleição ganha na véspera. Numa eleição municipal como esta de 2024, por mais curta que seja a campanha, para quem está na frente o tempo demora a passar e quem está atrás sente o tempo correr igual carro de Fórmula 1. Pior de tudo mesmo é o “já ganhou” que em verdade pode levar tudo a perder.


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Fazendo arrastão

Se no Rio de Janeiro quando se grita arrastão todos que estão na praia correm com medo de ladrão, já em campanha política o chamado arrastão é prática comum dos candidatos e seus correligionários para chegar até o eleitor, de modo especial nas vilas e bairros da periferia. Esta modalidade tem sido adotada por todos candidatos a prefeito de Apucarana, uns com mais intensidade e outros nem tanto. A maioria prefere fazer arrastão em fins de semana, quando é mais fácil encontrar todos familiares em casa.


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VAPT-VUPT

LUTO – A imprensa paranaense amanheceu de luto ontem com a notícia da morte do jornalista Luiz Geraldo Mazza, um dos mais antigos e prestigiados do Estado. Apesar da idade avançada, Mazza continuava na ativa na Rádio CBN, em Curitiba.

FAKE NEWS – Não é verdade que o deputado federal Beto Preto tenha votado contra o impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes. Até porque isso é competência exclusiva do Senado e ainda não foi votado.

REDE SOCIAL – Além de suas andanças pelo anel central e periferia de Apucarana, o candidato a prefeito do MDB, vereador Rodrigo Lievori, popular Recife, tem apostado muito nas redes sociais para tentar conquistar o eleitorado.

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