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Coluna da Tribuna: Eleição quebra alguns tabus

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Coluna da Tribuna: Eleição quebra alguns tabus
Autor Câmara Municipal de Apucarana (PR) - Foto: TNOnline

Nesta eleição de prefeito em Apucarana, alguns tabus foram quebrados: a transferência de votos e tempo maior no horário gratuito de rádio e televisão. O candidato do PL, Paulo Vital, por exemplo, contava com maior tempo de TV e rádio e o apoio incondicional do deputado federal Beto Preto (PSD), além de usar a imagem do ex-presidente Bolsonaro e do governador Ratinho Junior (PSD) acabou fazendo somente 7,35% dos votos válidos, ou sejam, 4.917. Já Rodrigo Recife (MDB), apoiado fortemente pelo prefeito Junior da Femac fez 23,18% dos votos válidos, somando 15.499 votos. A professora Jane Reis (PT), apoiada pelo presidente Lula e outras lideranças petistas, somou 3.876 votos, ou seja, 5,80% da votação total. O três candidatos somados chegam a pouco mais de 35% dos votos válidos, enquanto o prefeito eleito Rodolfo Mota (União brasil) fez mais de 63% dos votos, com 42.567 eleitores apostando nele. A transferência de votos e o horário gratuito de TV e rádio nesta eleição não fizeram efeito.

Renovação confirmada

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Confirmando o que esta coluna havia antecipado na edição deste final de semana, a renovação na Câmara Municipal de Apucarana foi uma das maiores das últimas eleições municipais. Como era previsto, dos oito vereadores que disputavam a reeleição, NO MÁXIMO quatro poderiam retornar ao Legislativo, bem como de sete a oito novos vereadores seriam eleitos. A conta fechou muito próximo do que se previa: três vereadores foram reeleitos e oito novos edis vão completar as 11 cadeiras da Câmara Municipal de Apucarana. Dos 11 vereadores, 8 deles foram eleitos em partidos que estavam ligados ao candidato a prefeito Recife (MDB) e ao prefeito Junior da Femac (MDB).

Coligações zeradas

Os candidatos a vereador que estavam na coligação dos candidatos a prefeito Paulo Vital (PL) e professora Jane Reis, do PT, estão frustrados. De modo especial o médico Odarlone, do Partido do Trabalhadores, que somou 2.407 votos e foi o mais votado de todos os candidatos e não se elegeu. A soma dos votos dos partidos coligados ao PT em federação, não foi o suficiente para garantir uma cadeira. Já na coligação de Paulo Vital aconteceu o mesmo: Lucas Leugi (PSD) que buscava reeleição fez 2.148 votos e foi o quarto mais votado entre todos os candidatos a vereador. Mas o PSD também não fez votos suficientes para eleger um vereador.

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Reeleição em baixa

As urnas não foram favoráveis neste domingo aos prefeitos que disputavam a reeleição no Vale do Ivaí e região. Nas quatorze cidades onde os gestores tentaram um segundo mandato, seis conseguiram validação nas urnas. Continuam nas prefeituras no ano que vem os prefeitos de Ariranha do Ivaí, Rio Bom, Rio Branco do Ivaí, Godoy Moreira, Manoel Ribas e Ivaiporã. O prefeito Carlos Gil (PSD), inclusive, fez história, sendo o primeiro reeleito no município em 62 anos, com 73,4% dos votos válidos. O prefeito de Manoel Ribas, José Carlos Corona, foi o melhor votado da região, fez 91,01% dos votos válidos, uma votação estrondosa.

Força de prefeitos

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Os prefeitos de Ivaiporã, Carlos Gil, e de Faxinal, Ylson Álvaro Cantagallo, demonstraram muita força nesta eleição. Gil se reelegeu em Ivaiporã com mais de 73% dos votos válidos, uma vitória para entrar na história da cidade. Já em Faxinal, o prefeito Gallo mostrou que é bom de política e elegeu seu sucessor, o empresário Hermes Santa Rosa, mesmo enfrentando o ex-prefeito Adilson Silva Lino, que chegou a ser tido como favorito. Tanto Gil como Gallo se credenciaram para disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa do Paraná, em 2026, se assim desejarem. Outro que se saiu bem nesta eleição foi o prefeito Aquiles Takeda, de Marilândia do Sul, que fez seu sucessor, mesmos disputando com um ex-prefeito bem avaliado.

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