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Coluna da Tribuna: dificuldades para Junior na Câmara
Autor Junior da Femac - Foto: Da Redação

Mesmo seu grupo tendo eleito oito dos onze vereadores, o atual prefeito de Apucarana, Junior da Femac (MDB), corre o risco de não fazer o presidente do Legislativo por conta de um iminente racha no chamado "grupo dos oito". Três nomes ligados ao prefeito se lançaram candidato a presidir a Câmara Municipal e nenhum deles parece disposto a abrir mão. Entre eles, há quem diga aos quatro ventos que, se preterido no grupo, vai se alinhar com o candidato do prefeito eleito Rodolfo Mota (União Brasil), seja quem for. Outro até admite compor com Rodolfo, desde que o escolhido seja ele próprio. Rodolfo a tudo assiste de camarote. Pelo andar da carruagem, se o prefeito Junior da Femac não conseguir evitar a debandada dos "insatisfeitos", Rodolfo, que só elegeu três dos onze vereadores, tem tudo para sair o grande vencedor da disputa. Sem fazer muito esforço.


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As indicações

A propósito do futuro secretariado do prefeito Rodolfo Mota, corre solto nos meios políticos da cidade que a indicação de algumas secretarias ficaria por conta de lideranças que o apoiaram em sua eleição, caso dos deputados estaduais Do Carmo e delegado Jacovós, e dos deputados federais Felipe Francischini, Marco Brasil e Luísa Canziani. Pode até se revelar uma boa estratégia política, a depender da qualificação dos nomes indicados, como também pode se tornar problema a médio e longo prazo para o alcaide. Enquanto isso, alguns aliados políticos da cidade e de primeira hora, como é o caso do vereador reeleito Moisés Tavares (PP), não nega a vontade de assumir a Secretaria de Educação. Até o momento, no entanto, não houve nenhuma sinalização nesse sentido.


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Leia coluna completa na edição desta quinta-feira (31) da Tribuna do Norte


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