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Coluna da Tribuna: "cabeça de burro"

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Autor Cabeça de burro - Foto: Pixabay

Os mais velhos conhecem bem esse folclore de que quando uma coisa não ia para frente em determinada situação, só podia ter “cabeça de burro” enterrada no local. Em Apucarana, parece mesmo ter uma cabeça de burro enterrada na cidade, se a gente olhar e comparar o passado com a época de hoje. Um exemplo de valor: em 1970, praticamente ao mesmo tempo, surgiram em Apucarana a Canorpa e a Coamo, em Campo Mourão. A Canorpa nasceu mais forte que a Coamo. Hoje, a Canorpa deixou de existir há muitos e muitos anos, enquanto a Coamo se tornou a maior cooperativa da América do Sul, com faturamento acima dos R$ 30 bilhões, gerando, só em Campo Mourão, mais de 2 mil empregos diretos. Isso, sem falar da antiga Upaleite, que chegou a ser uma das mais importantes usinas de pasteurização de leite do Paraná, recebendo até prêmio por produzir um dos melhores queijos provolones do Estado. Tem ou não “cabeça de burro” enterrada em Apucarana?...


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“Homens laranjas?”

Alguns partidos que não conseguiram eleger vereador nas eleições de outubro em Apucarana estão ingressando ou vão ingressar com ações na Justiça Eleitoral para derrubar vereadores considerados eleitos, sob o argumento do uso de candidatas mulheres “laranjas” para compor a chapa. O critério adotado pelos postulantes para ajuizar as ações é o número de votos obtidos pelas mulheres. Há de fato no Podemos duas mulheres que fizeram apenas um voto, uma delas nem em si sequer votou. Mas se esse parâmetro for adotado há também “homens laranjas”. No PDT teve candidato homem que fez apenas 8 votos, o mesmo acontecendo no Democracia Cristã onde um cidadão fez apenas 6 votos. Muito menos que algumas mulheres candidatas. É “laranjice” ou são mesmo ruins de voto? Fica a pergunta no ar.


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Leia a coluna completa na edição de sexta-feira (1) da Tribuna

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