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Coluna da Tribuna: brincando com a Justiça?

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Coluna da Tribuna: brincando com a Justiça?
Autor Foto: Pixabay

Tem gente que não é político e nem participou diretamente do processo eleitoral de 2024, que agora fica instigando candidato derrotado a vereador a tumultuar o resultado da eleição, na ânsia de tentar alterar a composição da nova Câmara Municipal de Apucarana. O argumento é sempre o mesmo de suposta candidatura laranja de mulher. Já existe uma ação do PT contra o Podemos, que até pode ter lá sua motivação, mas o que está por vir até parece vontade de brincar com a Justiça. Uma enxurrada de ações estaria sendo preparada e as duas primeiras seriam, uma contra o partido Democracia Cristã, que elegeu Adan Lenharo, e outra contra o Rede, que participou da coligação do PT. Se não houver provas concretas, a Justiça Eleitoral pode encarar tudo como litigância de má fé e punir os autores com pesadas multas. O resultado das urnas é para ser respeitado. Ganhar ou perder faz parte do jogo.


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Revelação de comissionados

Vários funcionários comissionados da Prefeitura de Apucarana estão procurando pessoas ligadas ao prefeito eleito Rodolfo Mota para tentar se manter no cargo. Sem nenhum pudor, esse pessoal tem dito que foi obrigado pelo prefeito Junior da Femac a trabalhar pela candidatura de Recife e o fizeram constrangidos por serem eleitores de Rodolfo (sic). À um desses comissionados que o procurou, um interlocutor ligado a Rodolfo não se fez de rogado: “Se você, ocupando cargo de confiança do Junior da Femac o traiu, o que o Rodolfo poderá esperar de seu comportamento? Quem trai uma vez, trai duas, três”, arrematou. O tal comissionado saiu da conversa como quem perde o rumo de casa. Isto por si só demonstra como o Junior escolheu mal alguns assessores.


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Leia coluna completa na edição desta quarta-feira da Tribuna do Norte



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