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Chernobyl: a morte invisível

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Chernobyl: a morte invisível
Autor Foto: Reprodução

No dia 26 de abril de 1986 aconteceu o maior acidente nuclear da história humana. Nunca este planeta recebeu tanta radiação de uma só vez. Nem mesmo em Hiroshima ou Nagasaki.

O reator 4 da usina nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, região da já extinta União Soviética, explodiu.

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Naquela madrugada, uma luta pela sobrevivência de toda Europa começou. Uma batalha que precisava ser travada em silêncio, pelo "bem" do partido e do estado soviético.

Um inimigo invisível, que colocaria um fim na decadente naquela união de camaradas.

No dia 26 de abril de 1988, Valery Legasov, chefe da comissão de investigação do desastre de Chernobyl, tirou a própria vida.

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Hoje, como você pode ver, não é um filme, mas sim uma série. Uma mini série. Com apenas cinco episódios, Chernobyl é a mais nova aposta da HBO. Aposta esta que tem dado ótimos resultados.

A única temporada está com média 9.7 no IMDB e se tornou a série mais bem avaliada do site especialista em cinema e televisão.

Dirigida por Craig Mazin, o elenco conta com grandes nomes, como Jared Harris, como Valery Legasov, e Stellan Skarsgård, como Boris Shcherbina.

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A história nos mostra, de maneira assustadora, como aconteceu o incidente, quais medidas foram tomadas para conter a ameaça radioativa e como o estado soviético se comportou, tanto com a usina quanto com seu povo.

Mais do que isso, a série coloca em evidência o alto preço cobrado pela mentira e por ignorar a ciência.

Tudo está impecável. Roteiro, atuações, ambientação, o terror.

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Chernobyl mal estreou e já se foi. Mas sua breve passagem será lembrada entre os clássicos para sempre. Se você gosta de televisão, ela é perfeita. Se não gosta, também.

A usina verdadeira? Continua lá, queimando radiação, sufocada por um sarcófago de concreto. Inabitável para sempre.

Um terrível erro que a humanidade não pode correr o risco de cometer outra vez.

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