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Paternidade responsável: mais que um direito, um dever

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Paternidade responsável: mais que um direito, um dever
Autor Pai, de verdade, é quem se faz presente na vida do filho - Foto: Freepik

Neste domingo celebramos o Dia dos Pais, uma data que, mais do que lembranças e presentes, deve nos convidar a refletir sobre o verdadeiro significado da paternidade. Afinal, ser pai vai muito além do vínculo biológico, é assumir um compromisso diário de presença, cuidado e afeto.

A Constituição Federal de 1988 consagrou o princípio da igualdade entre pais e mães no exercício do poder familiar, reconhecendo que ambos devem dividir direitos e deveres em relação aos filhos. Isso inclui o sustento material, mas também a responsabilidade emocional, a formação ética e o acompanhamento do desenvolvimento das crianças e adolescentes.

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A guarda compartilhada, hoje regra no ordenamento jurídico brasileiro, reforça essa ideia. Ao contrário do que muitos pensam, ela não se refere apenas ao tempo que cada genitor passa com o filho, mas à tomada conjunta de decisões sobre a vida da criança ou adolescente. É um modelo que incentiva o convívio e a corresponsabilidade e que para dar certo os pais devem se reconhecer e se respeitar como igualmente importantes na vida dos filhos, mesmo após o fim do relacionamento conjugal.

Infelizmente, ainda é comum que o papel paterno se reduza ao cumprimento formal de algumas obrigações pontuais, ou que o afastamento seja romantizado como consequência natural do divórcio. Mas a lei não respalda a omissão, e a falta de afeto também pode gerar responsabilização civil.

O Estatuto da Criança e do Adolescente garante à criança e ao adolescente o direito à convivência familiar saudável, o que inclui o contato com o pai de forma regular, segura e respeitosa. Quando isso não acontece, seja por abandono afetivo ou por interferência de terceiros, o prejuízo pode ser enorme e, em alguns casos, indenizável.

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É por isso que a paternidade responsável deve ser celebrada não apenas como um direito, mas como um dever. Ser pai é marcar presença nas consultas escolares, nos aniversários, nas pequenas vitórias do dia a dia, nos dias bons, mas também nos difíceis. É construir vínculos reais, com tempo, escuta e atenção.

Neste Dia dos Pais, que possamos valorizar não apenas a figura simbólica do pai, mas o homem que escolhe exercer sua paternidade com compromisso, afeto e responsabilidade, mesmo diante dos desafios, mesmo fora do modelo tradicional de família.

Porque pai não é quem apenas põe o nome no registro. Pai, de verdade, é quem se faz presente na vida do filho.

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Feliz Dia dos Pais.

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