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Os ventos de 2022 começam a soprar

Tudo indica que teremos um segundo turno entre Lula e Bolsonaro. Uma calamitosa realidade para um Brasil que precisará escolher entre candidatos que não contribuem com qualquer renovação, novos pensamentos e dinâmica para a melhora do país.

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Os ventos de 2022 começam a soprar
Autor Foto: Ilustração

O apresentador Luciano Huck não concorrerá à presidência da república no ano que vem. Isto se deve, principalmente, ao fato de que deverá assumir o lugar do Faustão no programa dominical da Rede Globo. Outra desistência marcante do pleito eleitoral foi a do banqueiro e administrador João Amoedo, do NOVO (que não passa de mais um partido VELHO).

Por outro lado, ao que tudo indica João Dória, governador do estado de São Paulo, deve ser o concorrente do PSDB à segunda cadeira política mais importante do país (perdendo apenas para a do presidente da câmara, na minha humilde opinião).

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Ciro Gomes, um candidato alto declarado no espectro da centro-esquerda, deve ser nebulizado pela presença da candidatura do ex-presidente Lula. Na direita do espectro político é o presidente Jair Bolsonaro deverá tentar a reeleição, certamente nebulizando a candidatura de outros potenciais direitistas.

Ao final de todo este resumo, tudo indica que teremos um segundo turno entre Lula e Bolsonaro nas eleições que se avizinham. Uma calamitosa realidade para um Brasil que precisará escolher entre candidatos que não contribuem com qualquer renovação, novos pensamentos e dinâmica para a melhora do país.

Tudo isso tem que ser pensado como uma derrota de nosso povo. Nós temos pouca criatividade e pouca vontade em querer mudanças significativas que, na maior parte dos casos, tendem a serem positivas. Ainda há de se ressaltar que, na única vez que resolvemos inovar, elegemos um político de carreira que preconizava a mudança total... o fim da corrupção.

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Tamanho foi o desastre do governo Bolsonaro que temos a chance de ter o retorno daquele que era tido, há quatro anos, como o membro mais proeminente de um falso Chavismo à Brasileira.

Neste embate doloroso, triste e melancólico vou de Lula... sem sombra de dúvidas. E você?

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